Sierra Nevada
En mi merida gentil
Cuando empieza a amanecer
La blancura de la nieve
En la sierra ya se ve
Y las nubes de algodón
Al pasar
Una estela de nostalgia
Por el cerro dejaran
Blanco y azul, el pico se ve alla
Y un frio tul, la cima cubre ya
El frailejon y la flor del cafe
Me hablan de ti, de ti linda mujer
Al caer la tarde gris
La cumbre no se ve mas
Y aparecen las estrellas
Titilando sin cesar
Pienso en los luceros
De tu mirar
Ojos negros que destellan
En la fria oscuridad
Eres mujer, de mis andes natal
Orquidea fiel, que perfuma el hogar
Tu rostro es, de cera y de cristal
Tienes rubor, rubor angelical
Serra Nevada
Na minha merida gentil
Quando começa a amanhecer
A brancura da neve
Nas montanhas você pode ver
E as nuvens de algodão
Passagem
Um rastro de nostalgia
Na colina eles vão sair
Branco e azul, o bico é visto lá
E um tule frio, o top cobre já
O frailejon e a flor do café
Eles falam comigo sobre você, sobre você mulher bonita
No final da tarde cinzenta
A cimeira não é mais vista
E as estrelas aparecem
Piscando incessantemente
Eu penso nas estrelas
Do seu olhar
Olhos negros piscando
Na escuridão fria
Você é uma mulher, dos meus nativos Andes
Orquídea Fiel, que perfuma a casa
Seu rosto é, cera e cristal
Você tem corar, corar angelical
Composição: Hugo Blanco, Salvador Rodrigo