Venas Subterraneas
En el viento soplara
Otra incógnita del cielo
Otra vez hay q cantar
Y una lagrima estallo
Recorrió cada estación
En las manos va su voz
Y la orquesta no sonó
Manos típicas de niño
Q no saben de los sueños
Dedos flacos y al compás
Con su almita en este infierno
Y en Palermo se bajó
Paraíso subfluvial
Y una casa de cartón
En San Telmo brilla hoy
otra estrellita un lucero
Pura rabia de ciudad
Y te escapas en el tren
Y otra vez vuelve a cantar
Descascarando su voz
Y el aplauso no sonó
Y el aplauso no sonó
Y el aplauso no sonó
Venas Subterrâneas
No vento vai soprar
Outra incógnita do céu
Mais uma vez é hora de cantar
E uma lágrima estourou
Percorreu cada estação
Em suas mãos vai sua voz
E a orquestra não tocou
Mãos típicas de criança
Que não sabem dos sonhos
Dedos magros e no compasso
Com sua alma nesse inferno
E em Palermo desceu
Paraíso subfluvial
E uma casa de papelão
Em San Telmo brilha hoje
Outra estrelinha, um lucero
Pura raiva da cidade
E você escapa no trem
E mais uma vez volta a cantar
Descascando sua voz
E o aplauso não soou
E o aplauso não soou
E o aplauso não soou