Orphean Horizons
Within the winter full moon gloom, where global frost endeavours
Life fragile shades the angels dance, to bless my soul in evil
Enigmatized-Enclosed in white, the path of dreams I wander
To seek the landscapes I decieved, to hunt the lute of endless life
Symphonic orisions- to guide my journey through the night
Orphean Horizons-seduces me towards the light
Gazing past the winter scene, the fields of dark contiguity
Obliged to see the myth reveal, I submit to the bounds of soverignty
Life no longer serves my pleasure, broken by the worms of time
I yearn to greet eternal slumber, enshrinded within the depth of death
Dispersed across the winter sky
the lost ones that from death have fled
Like lucid art divests the heavens
in pulsating waves of patterns red
Swirling storms of dust
embraces me to blind my sight
Chorus......
I Close my eyes to die in peace, no longer life can me deride
I lay myself to greet the vast, to fade away within the night
Chorus......
Horizontes Orfeus
Dentro da escuridão da lua cheia de inverno, onde a geada global se esforça
A vida frágil tinge os anjos que dançam, para abençoar minha alma no mal
Enigmático - Envolto em branco, o caminho dos sonhos eu vagueio
Para buscar as paisagens que enganei, para caçar a lira da vida eterna
Orisões sinfônicas - para guiar minha jornada pela noite
Horizontes Orfeus - me seduzem em direção à luz
Olhando além da cena de inverno, os campos de escuridão contígua
Obrigados a ver o mito se revelar, eu me submeto aos limites da soberania
A vida não serve mais ao meu prazer, quebrada pelos vermes do tempo
Anseio por cumprimentar o sono eterno, consagrado na profundidade da morte
Dispersos pelo céu de inverno
os perdidos que da morte fugiram
Como arte límpida despindo os céus
em ondas pulsantes de padrões vermelhos
Tempestades giratórias de poeira
me abraçam para cegar minha visão
Refrão......
Fecho meus olhos para morrer em paz, a vida não pode mais me zombar
Me deito para cumprimentar o vasto, para desaparecer dentro da noite
Refrão......