Never Rue
Spawn...
A birth from primordial vice
This sight I witness frequently
The hate i caught amongst these
walls of soil
Enticed by clouds
Higher and higher
The eye was straned to gaze upon the routed
None shivering, no more hiding
No one shouted
For haze did hid the fear of brave
And pride, enticed by triumph-wish
Deeper and deeper
Not chained by orders I care...
Cold of age grim features
Upon my face worn
Now bearing within it's shades
My great soul torn
Lest I should not stand here
With deeds forgotten
Gazing throughout them
Ever reasoning
Lest I should stand here
Leaning on Death's shoulder
Burden was thrown
Ever falling
A view of trembling
I fought to see
So dark, so unique
Thy coming kingdom
this Over-god feature
I give my heart
A relieving existence
No sin now is cherished
My grief forgotten
Of painI still wander
But never rue!
Nunca Me Arrepender
Nasceu...
Um nascimento do vício primordial
Essa visão que testemunho frequentemente
O ódio que peguei entre essas
paredes de terra
Seduzido por nuvens
Mais alto e mais alto
O olho estava forçado a olhar para os derrotados
Ninguém tremia, sem mais esconderijo
Ninguém gritou
Pois a névoa escondia o medo dos valentes
E o orgulho, seduzido pelo desejo de triunfo
Mais fundo e mais fundo
Não preso por ordens, eu me importo...
Frieza da idade, feições sombrias
Sobre meu rosto desgastado
Agora carregando dentro de suas sombras
Minha grande alma despedaçada
Para que eu não deva estar aqui
Com feitos esquecidos
Olhando por eles
Sempre raciocinando
Para que eu deva estar aqui
Apoiado no ombro da Morte
O fardo foi lançado
Sempre caindo
Uma visão de tremor
Eu lutei para ver
Tão escuro, tão único
Teu reino que se aproxima
Essa característica de um Deus supremo
Eu dou meu coração
Uma existência aliviadora
Nenhum pecado agora é valorizado
Minha dor esquecida
Da dor ainda vagueio
Mas nunca me arrependo!