Flames Of Tomorrow
I no longer exist, when i reborn in flames
I am covered by my own charm of life
With your will, processions of absolute power stand
Your knowledge with no weight unrestrained
When with entire effort i lift just the spark
From the bottom of my crumbled grains of blood, so...
Raise me and point me
I no longer exist, disappeared in flames
You won't see me at the bottom, 'cause i soar like a fire
And your pattern only is like a split for me
And only slow time cracks old rocks
And only chronic non-existence of esoteric love, so...
Set me free and free me!
I no longer exist, faded out in flames
And only your blow changes my composition
The sick won't touch me anymore, 'cause i hurt like a truth
This precise time still cracks the rocks
This bloody stigmata is now strange to me, so...
Raise me and change me!
Destroy me and create me!
Where, my child, the outlet of the stream takes place, there an unrestricted thirst for revenge always appears.
The sneer and the blasphemy sometimes are like the battering ram breaking barriers making us uncomfortable.
And sometimes is like deeper breath from heels of aiming.
Chamas do Amanhã
Eu não existo mais, quando renasço em chamas
Estou coberto pelo meu próprio charme da vida
Com sua vontade, procissões de poder absoluto se erguem
Seu conhecimento sem peso, sem limites
Quando com todo esforço eu levanto apenas a faísca
Do fundo dos meus grãos de sangue desmoronados, então...
Me levante e aponte para mim
Eu não existo mais, desapareci em chamas
Você não vai me ver no fundo, porque eu subo como um fogo
E seu padrão é só como uma divisão para mim
E só o tempo lento racha rochas antigas
E só a crônica não-existência do amor esotérico, então...
Me liberte e me solte!
Eu não existo mais, desvanecido em chamas
E só seu golpe muda minha composição
Os doentes não vão mais me tocar, porque eu machuco como uma verdade
Esse tempo preciso ainda racha as rochas
Essa estigmatização sangrenta agora é estranha para mim, então...
Me levante e me mude!
Destrua-me e crie-me!
Onde, meu filho, o deságue do rio acontece, lá uma sede irrestrita de vingança sempre aparece.
O escárnio e a blasfêmia às vezes são como um aríete quebrando barreiras, nos deixando desconfortáveis.
E às vezes é como um respirar mais profundo dos calcanhares da mira.