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As Horas

Nómada

Las Horas

Hoy me he vuelto a ver tan triste como ayer
Bajo el sol veo llover y no hay amanecer
Te di todo lo que soy, que falso fue nuestro amor

Y las horas me ayudaran a cerrar a heridas
Mil bocas me besaran y tu trankila que nada me matara
No es la primera vez que vuelvo a comenzar
Historias que no llevan a ningun lugar

Pero hoy me he vuelto a ver
Tan solo como ayer
Ya no se a quien llamar donde poder caer
Me encierro en mi mundo gris
Con lo bello que es vivir

Y las horas me ayudaran a cerrar a heridas
Mil bocas me besaran y tu tranquila que nada me matara
No es la primera vez que vuelvo a comenzar
Historias que no llevan a ningun lugar

Te di todo lo que soy, que falso fue nuestro amor

Y las horas me ayudaran a cerrar a heridas
Mil bocas me besaran y tu tranquila que nada me matara
No es la primera vez que vuelvo a comenzar
Historias que no llevan a ningun lugar

No es la primera vez que vuelvo a comenzar
Historias que no llevan a ningun lugar

As Horas

Hoje me vi tão triste quanto ontem
Sob o sol vejo chover e não há amanhecer
Te dei tudo que sou, quão falso foi nosso amor

E as horas vão me ajudar a curar as feridas
Mil bocas vão me beijar e você tranquila que nada vai me matar
Não é a primeira vez que volto a recomeçar
Histórias que não levam a lugar nenhum

Mas hoje me vi de novo
Tão só quanto ontem
Já não sei a quem chamar, onde posso cair
Me fecho no meu mundo cinza
Com quão belo é viver

E as horas vão me ajudar a curar as feridas
Mil bocas vão me beijar e você tranquila que nada vai me matar
Não é a primeira vez que volto a recomeçar
Histórias que não levam a lugar nenhum

Te dei tudo que sou, quão falso foi nosso amor

E as horas vão me ajudar a curar as feridas
Mil bocas vão me beijar e você tranquila que nada vai me matar
Não é a primeira vez que volto a recomeçar
Histórias que não levam a lugar nenhum

Não é a primeira vez que volto a recomeçar
Histórias que não levam a lugar nenhum

Composição: Alejandro Parreño