Gordon
In quei disegni senza pi serenit
niente aquiloni, solo amare realt,
niente pi azzurri che colorano il cielo
solo pastelli che sporcan tutto nero.
In quei disegni senza pi umanit
niente sorrisi solo gesti di libert
niente pi prati, ma strade con barriere,
solo guerrieri che agitano bandiere.
Ma questa guerra uno strano gioco,
consuma gente, vita a poco a poco,
con i sassi contro a quelle bombe
quelle grida contro quegli spari.
In quei disegni senza pi semplicit
persiane chiuse, solo graffi di verit,
niente cortili cos pieni e rumorosi
solo figure e volti timorosi.
Ma questa guerra...
In quei disegni senza pi serenit
niente aquiloni, solo amare realt,
niente pi azzurri che colorano il cielo
solo pastelli che sporcan tutto nero.
Gordon
Nesses desenhos sem mais serenidade
nada de pipas, só realidades amargas,
nada de azuis que pintam o céu
só giz que suja tudo de preto.
Nesses desenhos sem mais humanidade
nada de sorrisos, só gestos de liberdade
nada de gramados, mas ruas com barreiras,
só guerreiros que agitam bandeiras.
Mas essa guerra é um jogo estranho,
consome gente, vida aos poucos,
com pedras contra aquelas bombas
aquelas gritos contra aqueles tiros.
Nesses desenhos sem mais simplicidade
persianas fechadas, só arranhões de verdade,
nada de pátios tão cheios e barulhentos
só figuras e rostos medrosos.
Mas essa guerra...
Nesses desenhos sem mais serenidade
nada de pipas, só realidades amargas,
nada de azuis que pintam o céu
só giz que suja tudo de preto.
Composição: Beppe Carletti, Romano Rossi