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Iridescência

Novembre

Iridescence

Must clean up the way until there is no one left alive
And then there is always someone begging for the light. Endtime!
Time, torn and thrown into pre-existential oceans, pre-ritual
Must clean up the way till there's no trace left of me. Endtime!
Did I see me last night? Then denied it today?
Same solitude rite, done again?
It pours down upon me
Disgorging down from above.
And now it's too late.
Now, how are you tonight?
Is there any way I could be of help tonight?
I write a vomit serenade of living yesterdays
I'll show you tonight that no one really wants to listen to a song that really hurts
Who'd ever want a love like a rainbow in the rain, iridescent but vain
I thought you would lie
Next to me in this bed of swallowed time
And deceiving the autumn and all the remaining time
And deceiving the horror, the pest and the relative slime
And the cancers and darkness behind the doors at night
Today all these things are unaware
Must clean up the way until there's not a soul left by my side
But there's always a little sign of someone meant to take good care of your heart

Iridescência

Preciso limpar o caminho até não sobrar ninguém vivo
E então sempre tem alguém implorando pela luz. Fim do tempo!
Tempo, rasgado e jogado em oceanos pré-existenciais, pré-rituais
Preciso limpar o caminho até não sobrar nenhum vestígio de mim. Fim do tempo!
Eu me vi ontem à noite? Então neguei hoje?
Mesmo rito de solidão, feito de novo?
Cai sobre mim
Desaguando de cima.
E agora é tarde demais.
Agora, como você está esta noite?
Tem alguma forma de eu poder ajudar esta noite?
Eu escrevo uma serenata de vômito de dias passados
Vou te mostrar esta noite que ninguém realmente quer ouvir uma canção que machuca de verdade
Quem iria querer um amor como um arco-íris na chuva, iridescente mas fútil
Eu pensei que você iria mentir
Ao meu lado nesta cama de tempo engolido
E enganando o outono e todo o tempo que resta
E enganando o horror, a praga e a lama relativa
E os cânceres e a escuridão atrás das portas à noite
Hoje todas essas coisas estão alheias
Preciso limpar o caminho até não sobrar uma alma ao meu lado
Mas sempre há um pequeno sinal de alguém destinado a cuidar bem do seu coração.

Composição: Massimilano Pagliuso, Carmelo Orlando, Giuseppe Orlando