Fiebre
Sin las manos no poseo
No hay ganancias no acumulo
Quitame las piernas
Matame el andar
Cortame las cuerdas
Ya soy susurro
Sin oidos ya no escucho
Sin mis indices no acuso
Teorias faciles superacion vulgar
Humanos en desuso
Disparame a la cabeza
Matame de verdad
Cerebelo dorado
Maquina de pensar
Disparame
Sin cabo suelto ni el mas pequeño
Maneras de actuar
Sin mis soles ocultos
Sin ningun susto
Y los que miren al callar
Ser un buen hombre
Y tambien pobre
Mala fariña tenue la fiebre de estos dias
Disparame a la cabeza
Matame de verdad
Disparame a la cabeza
Matame de verdad
Cerebelo dorado
Maquina de pensar
Disparame a la cabeza
Matame de verdad
Febre
Sem as mãos eu não tenho
Não há ganhos, não acumulo
Tira minhas pernas
Me mata ao andar
Corta minhas cordas
Já sou um sussurro
Sem ouvidos, já não escuto
Sem meus dedos, não acuso
Teorias fáceis, superação vulgar
Humanos em desuso
Atira na minha cabeça
Me mata de verdade
Cerebelo dourado
Máquina de pensar
Atira em mim
Sem cabo solto, nem o menor
Maneiras de agir
Sem meus sóis ocultos
Sem nenhum susto
E os que olham em silêncio
Ser um bom homem
E também pobre
Mau agouro, tênue a febre desses dias
Atira na minha cabeça
Me mata de verdade
Atira na minha cabeça
Me mata de verdade
Cerebelo dourado
Máquina de pensar
Atira na minha cabeça
Me mata de verdade