Desert Incorporel
Une coulisse faite de pluie symptomatique
Transpiration d'un exces d'amour pathetique
Ternes couleurs d'un arc-en-ciel achromatique
Et hier pourtant, meme les tenebres semblaient magiques
Impulsions animales
Dans ma tornade cerebrale
Je dois faire face au mal
Dans un desert incorporel
Sables mouvants remplis de passions ephemeres
Dans le tourment je m'engloutis, je n'ai plus d'air
On m'a plonge dans un desert incorporel
Face a mon ame, seul dans les vagues de mon fiel
Refrain
Je suis demence, je suis violence
Face a la rage de ma conscience
Et je suis seul dans le desert
Je dois transcender mon enfer
Je suis aux portes du mystere
Je vois mon ego a l'envers
Pourquoi faut-il avoir si mal
Pour faire sa pierre philosophale
Le reve s'endort mais moi j'en redemande encore
L'amour est mort, pourtant toujours il me devore
Serait-ce le diable qui me tente sur la dune
J'entends le rire de ceux qui promettent la lune
Refrain
Une coulisse faite de pluie symptomatique
Transpiration d'un exces d'amour pathetique
Refrain
Deserto Incorpóreo
Uma cortina feita de chuva sintomática
Transpiração de um excesso de amor patético
Cores sem vida de um arco-íris acromático
E ontem, no entanto, até as trevas pareciam mágicas
Impulsos animais
Na minha tornado cerebral
Eu tenho que enfrentar o mal
Num deserto incorpóreo
Areias movediças cheias de paixões efêmeras
No tormento eu me afundo, não tenho mais ar
Me jogaram num deserto incorpóreo
Diante da minha alma, sozinho nas ondas do meu fel
Refrão
Eu sou demência, eu sou violência
Diante da fúria da minha consciência
E eu estou sozinho no deserto
Eu preciso transcender meu inferno
Estou às portas do mistério
Vejo meu ego de cabeça pra baixo
Por que é preciso sentir tanta dor
Pra fazer sua pedra filosofal?
O sonho adormece, mas eu ainda quero mais
O amor está morto, mas ainda assim ele me devora
Seria o diabo que me tenta na duna?
Eu ouço o riso de quem promete a lua
Refrão
Uma cortina feita de chuva sintomática
Transpiração de um excesso de amor patético
Refrão