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Império de Mentiras

Oblivion (Colombia)

Imperio de Mentiras

Bienvenido a este Imperio de Mentiras
Donde tu creaste un Mundo Imperfecto
En el Cual Yo sufría
Nunca me diste una mano
Ni Luchaste por lo nuestro
Simplemente te alejaste
Dejándome en el Suelo

Mientras yo más te esperaba
Tu más te alejabas de Mi
Sin mostrarme una salida
Me atraparon tus mentiras
Nunca creía que pudieras
Hacerme Tanto Daño
Que ingenuo (HA!HA!)
Si que estaba equivocado

Ya no existen lágrimas con las que yo me ahogue
Las cadenas no me atan y proclamo fuertemente
Que hoy miro a tu recuerdo del que hoy me he liberado
Mientras hoy se desvanece condenado a su muerte

No… Puedo Más… Aguantare el Dolor…
De Saber Que todo es Irreal… Debo Escapar

Lentamente me levanto y encuentro una salida
Ya no existe aquel Imperio donde reina la desdicha

Me desato de tu engaño
Continuo mi camino
No eres más que un mal recuerdo
Que mañana se habrá ido

Ya no existen lágrimas con las que yo me ahogue
Las cadenas no me atan y proclamo fuertemente
Que hoy miro a tu recuerdo del que hoy me he liberado
Mientras hoy se desvanece condenado a su muerte

Império de Mentiras

Bem-vindo a este Império de Mentiras
Onde você criou um Mundo Imperfeito
No qual eu sofria
Nunca me deu uma mão
Nem lutou pelo que era nosso
Simplesmente se afastou
Me deixando no chão

Enquanto eu mais te esperava
Você mais se afastava de mim
Sem me mostrar uma saída
Suas mentiras me prenderam
Nunca acreditei que você pudesse
Me fazer tanto mal
Que ingênuo (HA!HA!)
Como eu estava enganado

Já não existem lágrimas com as quais eu me afogue
As correntes não me prendem e eu proclamo forte
Que hoje olho para sua lembrança da qual me libertei
Enquanto hoje se desvanece condenado à sua morte

Não... Posso mais... Vou aguentar a dor...
De saber que tudo é irreal... Preciso escapar

Lentamente me levanto e encontro uma saída
Já não existe aquele Império onde reina a desgraça

Me desato do seu engano
Continuo meu caminho
Você não é mais que uma má lembrança
Que amanhã já terá ido

Já não existem lágrimas com as quais eu me afogue
As correntes não me prendem e eu proclamo forte
Que hoje olho para sua lembrança da qual me libertei
Enquanto hoje se desvanece condenado à sua morte

Composição: David Cuadros / David Gutierrez / Oscar Medina