eso está muy jazzudo
Negro it's cold outside
No tengo fuma
Y no quiero salir
A comprar más
El sonido del aguacero
Me va a socavar
Mis más profundas
Ambiciones hasta
No dar más
Llega dani y le pregunto
Que si lo va a armar
Me dice que con este clima
Cómo no fumar?
Del sonido sale un jazz y
Cómo no cantar
Mis raps, un manantial
Mi cuarto, el hontanar
De ontario hasta myanmar
De mi armario a tu hogar
Saco temas sin saber
A dónde van a llegar
Hijxs de asfalto, la lluvia
Y el cañaveral
Cuando de rapear se trata
Siempre hay ganas de más
Suena bouncy como
El pase de curry en el allstar
Vida jazzy, quiero escuchar
Coltrane en un old car
Y es poca la vida que te
Cuento en mis notas
Pero es mi mundo real
No son mentiras piadosas
So I don't have to act
Nunca ganaré un Oscar
Me tiene sin cuidado
Para mí es poca cosa
Quiero poder parar
Y llegar vivo a mi comeback
Dejar al rap en alto
Antes de entrar a la fosa
Miro el tema de aquel
Que sigue el mismo cartel
La misma mierda de ayer
Digo "shit, here we go again"
Rappers de anaquel
Que la industria es su cincel
Compiten contra mi shit
Y se los come el vórtice
Please never come back
Que ahora ya estoy como quise
De mi eterna tranquilidad
El beat será mi cómplice
Siempre escribo en el celular
Pa' no gastar mis lápices
Porque si de escribir se trata
No tenés ni un ápice
Word up, kid
Mis temas no son palos
Son bates de baseball
El babe ruth del nuevo cuento
Un tipo necio
Negro, shut up que
Casi comienza la sesión
Dejá que suene el piano
Y luego hablamos de eso
Come on
Lemme hear again my
Jazzy shit
Isso está muito jazz
Negro, está frio lá fora
Não tenho fumaça
E não quero sair
Para comprar mais
O som da chuva
Vai minar
Minhas mais profundas
Ambições até
Não aguentar mais
Chega o Dani e pergunto a ele
Se ele vai armar
Ele me diz que com esse clima
Como não fumar?
Do som sai um jazz e
Como não cantar
Meus raps, uma fonte
Meu quarto, a nascente
De Ontario até Myanmar
Do meu armário para a sua casa
Tiro temas sem saber
Para onde vão chegar
Filhos do asfalto, a chuva
E o canavial
Quando se trata de rimar
Sempre há vontade de mais
Soa animado como
O passe de Curry no All-Star
Vida jazzy, quero ouvir
Coltrane em um carro antigo
E é pouco da vida que te
Conto nas minhas notas
Mas é o meu mundo real
Não são mentiras piedosas
Então eu não preciso fingir
Nunca ganharei um Oscar
Não me importo
Para mim é pouca coisa
Quero poder parar
E chegar vivo ao meu retorno
Deixar o rap em alta
Antes de entrar na cova
Olho o tema daquele
Que segue o mesmo cartaz
A mesma merda de ontem
Digo "merda, lá vamos nós de novo"
Rappers de prateleira
Que a indústria é seu cinzel
Competem contra minha merda
E o vórtice os engole
Por favor, nunca voltem
Porque agora estou como queria
Da minha eterna tranquilidade
O beat será meu cúmplice
Sempre escrevo no celular
Para não gastar meus lápis
Porque se trata de escrever
Você não tem nem um ápice
Word up, moleque
Meus temas não são palitos
São tacos de beisebol
O Babe Ruth do novo conto
Um cara teimoso
Negro, cala a boca que
Quase começa a sessão
Deixe o piano tocar
E depois falamos sobre isso
Vamos lá
Deixe-me ouvir novamente minha
Merda jazzy