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Pare

Oblivion's Mighty Trash

Stop

Oblivion's Mighty Trash
Lo–Pocalypse Loops
Nara en el beat
Voy con una soga enrollada en el cuello
Desinhibo, mi audición para no hacerle caso a aquello
Ya me está sacando callos que pregunten por mi sello
Y que quieran buscarme fallos habla de su desempeño

Don't call me Master que el rapear yo no lo enseño
Que vengan de tacaños provoca que frunza el ceño
Si es de Nara el beat me ensaño
Pues tengo un estado del sueño
(¡Mano llegáte a Seño!)
Marica, tengo sueño

Nunca me ha gustado ser de mechas cortas
Pues quiero lucir mis crespos en parís
Melando torta
Ver caras arrugadas cuando escuchen este Cross Bass
Y guardar par de milloncitos en mi tote bag
Es lo que quiero más no lo que necesito
Aquí lo único indispensable es tener mela y un garito
Llegar lleno a un descualquiere
No cualquiera lo ha sentido
Y aunque esta es la Tierra Santa
Hay muy poquitos ascendidos, niño
Ustedes recibieron quejas del vecino
A mí me gritan desde afuera
Que los looks me quedan finos
Me ven y me preguntan: ¿Este man de dónde vino?
Vine de San Puta Mierda
A convertir el agua en vino

Once upon a time en la ciudad del plástico
Corren quemando llanta
Hasta en los carros automáticos (ja)
Asintomáticos de la lucha y sus gajes
Esos sapos solo tienen PHD en dar visaje (ja)
No quiero kiss, mi música es mi linaje
Si la parca se aparece denle un beso de mi parte
Que me fui
Me perdí para encontrarme
Que me busque quien se atreva
O quien quiera recordarme
Ok, stop
Seguiré escribiendo mis bops
Halagando a mis amigues
Y cagándome en los cops
Siempre pendiente a los clax
Porque el tiempo corre y no regresa
Las malas intenciones no me salen por pereza
Crimen crime, motherfucker
Oblivion's Mighty Trash
Shoutout Nara
El beatmaker más beatmaker de los beatmakers
Suerte

Pare

Lixo Poderoso do Oblivion
Loops do Lo–Pocalipse
Nara no beat
Vou com uma corda no pescoço
Desinibo, minha audição pra não dar bola pra isso
Já tá me dando calo, que perguntem pelo meu selo
E que queiram achar falhas, falam do desempenho

Não me chame de Mestre que eu não ensino a rimar
Que venham os pão-duros, isso faz eu franzir a testa
Se é Nara no beat, eu me ensaio
Pois tô em estado de sonho
(¡Mão, chega aí, Seño!)
Cara, tô com sono

Nunca gostei de ser de pavio curto
Pois quero exibir meus cachos em Paris
Comendo bolo
Ver caras amassadas quando escutam esse Cross Bass
E guardar uns milhõezinhos na minha tote bag
É o que eu quero, mas não o que eu preciso
Aqui o único indispensável é ter mela e um bar
Chegar cheio em qualquer lugar
Não é qualquer um que já sentiu
E embora essa seja a Terra Santa
Tem muito poucos ascendidos, mano
Vocês receberam queixas do vizinho
Me gritam de fora
Que meu estilo tá afiado
Me veem e perguntam: "De onde esse cara veio?"
Vim de San Puta Mierda
Pra transformar água em vinho

Era uma vez na cidade do plástico
Correm queimando pneu
Até nos carros automáticos (ha)
Assintomáticos da luta e suas dificuldades
Esses sapos só têm PhD em dar uma de esperto (ha)
Não quero beijo, minha música é meu legado
Se a morte aparecer, dá um beijo da minha parte
Que eu fui
Me perdi pra me encontrar
Que me procure quem se atrever
Ou quem quiser me lembrar
Ok, pare
Continuarei escrevendo meus bops
Elogiando meus amigos
E me cagando nos cops
Sempre de olho nos clax
Porque o tempo corre e não volta
As más intenções não saem por preguiça
Crime é crime, filho da puta
Lixo Poderoso do Oblivion
Salve Nara
O beatmaker mais beatmaker dos beatmakers
Sorte

Composição: