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A Dança do Fogo

Ocasional Talento

La Danza Del Fuego

Y yo me fui pa' Santa Cruz a mejorar mi vida
Y no es que piense en regresar debo de confesar
Estoy super acostumbrado a toda despedida
Es por eso querida no hay nada que perdonar

Y me mantuve contento como el viento
Pues sabía que la mía iba a funcionar
He sido un tipo cabrón de nacimiento
Uno viene a lo que viene y viene pa' ganar

Disfruta de todos los frutos de lo que trabajas
Soy el lobo que le sopla la casa de paja
Escuche de por ahí que lo que sube baja
Y no me voy a cortar con mi propia navaja

Y me mantuve contento
Esperando un día de suerte
Peleándome con la vida
Y negociando con la muerte

Y yo me fui pa' Santa Cruz a mejorar mi vida
Y no es que piense en regresar debo de confesar
Estoy super acostumbrado a toda despedida
Es por eso querida no hay nada que perdonar

Escuchaba a la mama decir, el nombre del padre y del niño Jesús
Bendice a mi hijo antes de partir, que encuentre personas así como tú
No van a faltarte los Judas
Y sin con alcohol las heridas no curan
Mete la mano en la duda

Arranca respuestas y cómelas crudas
Despacio, y siéntete un poquito de miedo
Tengo un espacio para practicar la danza del fuego
Te recojo y te llevo, y te devuelvo completa
Que no haya trampa en el juego
Pa’ que me agradezcas luego

Y me mantuve contento
Esperando un día de suerte
Peleándome con la vida
Y negociando con la muerte
Yo buscando una salida cuando la salida era yo
Voy a lograrlo te lo juro por la que me pario
Voy a saltar el muro, voy a seguir el show

Y yo me fui pa' Santa Cruz a mejorar mi vida
Y no es que piense en regresar debo de confesar
Estoy super acostumbrado a toda despedida
Es por eso querida no hay nada que perdonar
No, no, no, no
No, no, no, no
No, no, no, no
No, no, no, no

A Dança do Fogo

E eu fui pra Santa Cruz pra melhorar minha vida
E não é que eu pense em voltar, devo confessar
Estou super acostumado a toda despedida
É por isso, querida, não há nada que perdoar

E me mantive feliz como o vento
Pois sabia que a minha ia funcionar
Fui um cara cabra desde o nascimento
A gente vem pra o que vem e vem pra ganhar

Aproveita todos os frutos do que você trabalha
Sou o lobo que sopra a casa de palha
Escutei por aí que o que sobe desce
E não vou me cortar com minha própria faca

E me mantive feliz
Esperando um dia de sorte
Brigando com a vida
E negociando com a morte

E eu fui pra Santa Cruz pra melhorar minha vida
E não é que eu pense em voltar, devo confessar
Estou super acostumado a toda despedida
É por isso, querida, não há nada que perdoar

Ouvia minha mãe dizer, o nome do pai e do menino Jesus
Abençoa meu filho antes de partir, que encontre pessoas como você
Não vão faltar os Judas
E se com álcool as feridas não curam
Coloque a mão na dúvida

Arranque respostas e coma elas cruas
Devagar, e sinta um pouco de medo
Tenho um espaço pra praticar a dança do fogo
Te pego e te levo, e te devolvo inteira
Que não haja trapaça no jogo
Pra você me agradecer depois

E me mantive feliz
Esperando um dia de sorte
Brigando com a vida
E negociando com a morte
Eu buscando uma saída quando a saída era eu
Vou conseguir, te juro pela que me pariu
Vou pular o muro, vou seguir o show

E eu fui pra Santa Cruz pra melhorar minha vida
E não é que eu pense em voltar, devo confessar
Estou super acostumado a toda despedida
É por isso, querida, não há nada que perdoar
Não, não, não, não
Não, não, não, não
Não, não, não, não
Não, não, não, não

Composição: Hiroshi Ishida