El Derecho de Matar la Paz
Miran desde arriba, juegan al control
Como niños rompiendo el mundo por diversión
Promesas vestidas de falsa justicia
Manipulan mentes, desborda su codicia
Hablan de futuro con lengua homicida
Disparan discursos que matan sinceridad
Son fabricantes del caos universal
¡No! No nos engañan más
Sus mentiras no prevalecerán
Dicen orden mientras arde la ciudad
Firman la masacre y la llaman legal
Basta de su guerra, basta de su ambición
Hipócritas que destruyen la creación
Rompen naciones con sus manos de poder
Nos quieren dividir, pero no van a vencer
Basta de fingir, basta de mentir
El mundo despierta ¡Los viene a partir!
Conquistan con excusas torpes, teatro legal
Ocultan las balas tras moral estatal (estatal)
Caen los hermanos por estrategias de horror
Alimentan la violencia desde un frío salón (fríos son)
Pintan el desastre como civilización
Pero tras las cortinas hay puro afán de control (control)
Juegan con la vida como piezas de ajedrez
Nos llaman enemigos ¡No ven su propia red!
¡No!, ¡No nos van a callar!
Dicen es nuestro antes de arrasar
La invasión bendecida por su moral
Derecho impuesto a punta de metal
Basta de su guerra, basta de su ambición
Hipócritas que destruyen la creación
Rompen naciones con sus manos de poder
Nos quieren dividir, pero no van a vencer
Basta de fingir, basta de mentir
El mundo despierta ¡Los viene a partir!
Controlan
Dividen
Deciden
Quién vive
Controlan
Dividen
Deciden
Quién muere
O Direito de Matar a Paz
Olham de cima, jogam de controle
Como crianças quebrando o mundo por diversão
Promessas vestidas de falsa justiça
Manipulam mentes, transbordam sua ganância
Falam de futuro com língua homicida
Disparam discursos que matam a sinceridade
São fabricantes do caos universal
Não! Não vão nos enganar mais
Suas mentiras não vão prevalecer
Falam de ordem enquanto a cidade arde
Assinam a massacre e chamam de legal
Chega de sua guerra, chega de sua ambição
Hipócritas que destroem a criação
Quebram nações com suas mãos de poder
Querem nos dividir, mas não vão vencer
Chega de fingir, chega de mentir
O mundo acorda! Vão se ferrar!
Conquistam com desculpas tolas, teatro legal
Escondem as balas atrás da moral estatal
Caem os irmãos por estratégias de horror
Alimentam a violência de um salão frio
Pintam o desastre como civilização
Mas atrás das cortinas só há desejo de controle
Brincam com a vida como peças de xadrez
Nos chamam de inimigos! Não veem sua própria rede!
Não! Não vão nos calar!
Dizem que é nosso antes de arrasar
A invasão abençoada pela sua moral
Direito imposto à força de metal
Chega de sua guerra, chega de sua ambição
Hipócritas que destroem a criação
Quebram nações com suas mãos de poder
Querem nos dividir, mas não vão vencer
Chega de fingir, chega de mentir
O mundo acorda! Vão se ferrar!
Controlam
Dividem
Decidem
Quem vive
Controlam
Dividem
Decidem
Quem morre
Composição: Javier Andrés Cordero