The Blackness Of Thorns In Blueness Of The Sky
The Summer sky, the sun rains which burn out the calm,
The desire of icy nights and mental holocaust,
But they don't come...
Still hanging in the earthly hell,
Stinking reek of living bodies,
Hanged in a dull breath,
I look into emptiness of life's problems,
Forgotten on the monuments,
With hands filled with rust, blindness in the head,
I wait, who are you to determine,
said the dark interior, just to die silently,
I answer to the Fate with a sigh
A Escuridão dos Espinhos no Azul do Céu
O céu de verão, a chuva do sol que queima a calma,
O desejo das noites geladas e do holocausto mental,
Mas eles não vêm...
Ainda pendurado no inferno terreno,
O fedor insuportável de corpos vivos,
Enforcados em um suspiro monótono,
Eu olho para o vazio dos problemas da vida,
Esquecidos nos monumentos,
Com as mãos cheias de ferrugem, a cegueira na cabeça,
Eu espero, quem é você para determinar,
disse o interior sombrio, só para morrer em silêncio,
Eu respondo ao Destino com um suspiro.