Vuelvo
"Me fui volviendo el disfraz,
La mueca absurda de mi voz
Noche tras noche, prisa tras prisa"
A veces creo en mi verdad
A veces siento que no estoy
Como castigan… las despedidas
Soy otro sueño en esta ciudad
Voy para el frente aunque duela
Tanto en tus ojos! Tanto que queda!
No hay milagro, ni dios, que quiera comprar…
Ni la burla eterna de la realidad
Aprendí de este lugar
Que es un soplo la vida
Que veinte años no es nada
Y febril mi mirada... te busca y te nombra!
Me fui volviendo el disfraz
La mueca absurda de mi voz
Noche tras noche, prisa tras prisa
Aprendí pronto a naufragar
A subir siempre la apuesta!
Aunque me duela, aunque me pierda
No hay milagro, ni dios, que quiera comprar…
Ni la burla eterna de la realidad
Aprendí de este lugar
Que es un soplo la vida
Que veinte años no es nada
Y febril mi mirada… te busca y te nombra!
No hay perdón, ni dios, que quiera comprar…
No hay mas fe, ni ley, ni ayer, en mi andar!
Aprendí de este lugar
Que es un soplo la vida
Que veinte años no es nada
Y febril mi mirada... te busca y te nombra!
Volto
"Fui me tornando a máscara,
A careta absurda da minha voz
Noite após noite, pressa após pressa"
"Às vezes acredito na minha verdade
Às vezes sinto que não estou
Como castigam… as despedidas"
"Sou outro sonho nesta cidade
Vou em frente, mesmo que doa
Tanto nos seus olhos! Tanto que fica!"
"Não há milagre, nem deus, que queira comprar…
Nem a eterna zombaria da realidade"
"Aprendi com este lugar
Que a vida é um sopro
Que vinte anos não é nada
E febril meu olhar... te busca e te nomeia!"
"Fui me tornando a máscara
A careta absurda da minha voz
Noite após noite, pressa após pressa"
"Aprendi cedo a naufragar
A sempre aumentar a aposta!
Mesmo que doa, mesmo que eu me perca"
"Não há milagre, nem deus, que queira comprar…
Nem a eterna zombaria da realidade"
"Aprendi com este lugar
Que a vida é um sopro
Que vinte anos não é nada
E febril meu olhar… te busca e te nomeia!"
"Não há perdão, nem deus, que queira comprar…
Não há mais fé, nem lei, nem ontem, no meu andar!"
"Aprendi com este lugar
Que a vida é um sopro
Que vinte anos não é nada
E febril meu olhar... te busca e te nomeia!"