Psicofonía Maldita (part. Ebner Borracho y Angel)
No tengo perdón de Dios
Y todo por andar de loco
Cuando pierdo me la curo
Pues claro que lo merezco
Gano y no estoy tranquilo
Si tumbas a alguien
Regresa el karma con más filo
Dicen las malas lenguas
Todo de uno pero ni se presentan
A como caiga estoy en la casa
Guardando coraje
Me olvido de ella
Entre instrumentales
Y la oscuridad
Esconde dolor
Lágrimas
Fuertes golpes
Tatuajes
El pasado
A su dueño regresa
Fue difícil laberinto
Luchas contra la propia verdad
Te invito a un lugar extraño
Donde nadie oye tus gritos
Ten paciencia
Saldrá caro este delito
Viejo conocido
Peligroso adicto
Sí abuso de la confianza
Enserió no la necesito
Ey ao son días grises
Demasiadas madrugadas
Yo gastando mi ceniza
Y la lata bien picada
Camarada ya sabes
Entramos aquí
A la casa de mi camarada
El Chuy
Ya sabe
Con toda la banda
Aquí que tranza
Que pasa
Decimos
Maldecimos
Y la hicimos
Con mis compas
Ya sabes
Como la vivimos
Donde estamos
Con los pies en el asfalto
Ya sabes que no me canso
Ganzo
Sabes que esto es lo que hago
Yo no la cago y si tropiezo
Me levanto
Yo no la cago y si tropiezo
Me levanto
Pero siempre
Tengo los pies en el asfalto
Lo que vivo el día de hoy
Fue lo que soñé my bro
Como no
Como no
Sencillito lo hago hoy
Nadie me detiene
Porque siempre
Traigo fuego bro
Ahora siempre
Bien cargado
Con toda la bendición
Ellos no
Ellos no
No pudieron con mi voz
Dicen que me censuraron
Y yo sin voltear a ver
Pienso que ya me olvidaste
Porque me subí a este tren
Bay bay baby hey
Yo fumando tranquilito
Escribiendo Mary Jean
Everyday
Everyday
Mi barrio siempre al 100
Ya miro puro calaca
Enrolando esa baisa
No conoces esta historia
Pues no ande tirando placa
Que la flaca anda muy cerca
De llevarse esa rata
Y su mirada tan fría
Que me aplaca como un AK
Mejor fumé de esa planta
Nunca olvide las palabras
Mi momento es ahora
Y no pienso bajar la guardia
¡Killah!
Psicofonia Maldita (part. Ebner Borracho e Angel)
Não tenho perdão de Deus
E tudo por andar de doido
Quando perco, eu me curo
Pois claro que eu mereço
Ganho e não fico tranquilo
Se derruba alguém
O karma volta com mais força
Dizem as más línguas
Tudo de um, mas nem se apresentam
Como cair, tô em casa
Guardando raiva
Esqueço dela
Entre instrumentais
E a escuridão
Esconde dor
Lágrimas
Fortes pancadas
Tatuagens
O passado
Volta para seu dono
Foi um labirinto difícil
Lutando contra a própria verdade
Te convido a um lugar estranho
Onde ninguém ouve seus gritos
Tenha paciência
Esse crime vai sair caro
Velho conhecido
Perigoso viciado
Sim, abuso da confiança
Sério, não preciso dela
Ei, são dias cinzentos
Madrugadas demais
Eu queimando minha cinza
E a lata bem picada
Camarada, já sabe
Entramos aqui
Na casa do meu camarada
O Chuy
Já sabe
Com toda a galera
Aqui, que tranza
Que passa
Dizemos
Maldecimos
E fizemos
Com meus parças
Já sabe
Como vivemos
Onde estamos
Com os pés no asfalto
Já sabe que não me canso
Ganzo
Sabe que isso é o que faço
Eu não erro e se tropeço
Eu me levanto
Eu não erro e se tropeço
Eu me levanto
Mas sempre
Tenho os pés no asfalto
O que vivo hoje
Foi o que sonhei, meu irmão
Como não
Como não
Simples assim, faço hoje
Ninguém me para
Porque sempre
Trago fogo, irmão
Agora sempre
Bem carregado
Com toda a bênção
Eles não
Eles não
Não puderam com minha voz
Dizem que me censuraram
E eu sem olhar pra trás
Penso que já me esqueceu
Porque subi nesse trem
Bay bay baby hey
Eu fumando tranquilo
Escrevendo Mary Jean
Todo dia
Todo dia
Meu bairro sempre a mil
Já vejo puro calaca
Enrolando essa baisa
Não conhece essa história
Então não fique jogando placa
Que a flaca tá bem perto
De pegar essa rata
E seu olhar tão frio
Que me acalma como um AK
Melhor fumar dessa planta
Nunca esqueça as palavras
Meu momento é agora
E não penso em baixar a guarda
¡Killah!