Alone Walking
Alone walkyng, in thought plaining,
And sore sighing, all desolate
Me remembryng, of my livyng,
My dethe wishyng, bothe erly and late.
Infortunate, is so my fate,
That vote ye what? Out of measure.
My life i hate, thus desperate
In soche pore eslate doe i endure.
Of othir cure am i not sure
Thus to endure is hard certain.
Such is my ure i you ensure:
What creature maie have more pain?
My truthe so plain is take in vain,
And grete disdain in remembraunce;
Yet i full faine would me complaine
Me to abstaine from this penaunce;
But in substaunce none Allegeaunce
Of my grevaunce can i not finde:
Right so my chaunce with Displesaunce
Doeth me avaunce and thus an ende.
Caminhando Sozinho
Caminhando sozinho, em pensamentos vagando,
E suspirando fundo, todo desolado
Me lembrando da minha vida,
Desejando a morte, tanto cedo quanto tarde.
Infortunado, é assim meu destino,
Que você vota o quê? Fora de medida.
Minha vida eu odeio, assim desesperado
Em tal pobre estado eu suporto.
De outra cura não tenho certeza
Assim suportar é duro, é certo.
Tal é meu fardo, eu te asseguro:
Que criatura pode ter mais dor?
Minha verdade tão clara é em vão,
E grande desdém na lembrança;
Ainda assim, eu bem gostaria de me queixar
De me abster dessa penúria;
Mas na substância, nenhuma alegação
Da minha angústia eu não consigo encontrar:
Assim minha sorte com descontentamento
Me avança e assim chega ao fim.