Chambonea
Chambonean sus armas para matarme
Y aniquilarme (ieh)
Y al tenerme de frente
No son tan hombres para tirarme (oh, no)
He visto infrarrojo
Sobre mi cuerpo colocado (ieh)
Y para dispararme
No sé por qué tiemblan sus manos
Caminando por el sendero del egoísmo
Donde personas se hacen daño hasta a sí mismos
Así toy yo, peliando eta batalla solo
Rezándole al Señor porque sé que ahí llueve plomo
Ignoro la forma en que utede' me ofenden
Pensando que criticándome soy yo el que pierde
No entienden que si hablan mierda de mí
Esa no es la manera en que van a subir
Chambonean sus armas para matarme
Y aniquilarme (ieh)
Y al tenerme de frente
No son tan hombres para tirarme (oh, no)
He visto infrarrojo
Sobre mi cuerpo colocado (ieh)
Y para dispararme
No sé por qué tiemblan sus manos
Nuestro comportamiento
Es lo que ocasiona que, que nuestro género esté decayendo
Pierden el tiempo en la maldita tiradera
Y ni siquiera tienen una canción buena
Y me envenena que hay un grupo de ignorante'
Pero pa' lante, ahora voa' ponerlo claro a to'
Me hicieron ver hace poco, mamá y papá
Que toy solo, en el medio no hay ma' na'
Sus cancione' no tiene' sentido
Dicen que son positivo' pero buscan un motivo
Para criticar mi flow, mi letra, lo real
Que me hace verdadero
Te juro que me molesta que me llamen
Merenguero de calle, mambo callejero
Sabiendo que yo soy diferente a lo' mambero'
Tengo letra, melodía, música que suma
De talento, de improvisación, soy rico de cuna
Mi momento llegó, te quilla que soy real
Y mi' cancione' perduran porque soy original
No me comparen con ningún rapero
Con ningún mambero (ieh)
Yo solo soy pa'l mundo entero
Omega, El Fuerte, de Santo Domingo
El que conquistó Europa y Estados Unidos
Envidiándome, criticándome, odiándome
No van a subir
Envidiándome, criticándome, odiándome
No van a subir
Envidiándome, criticándome, odiándome
No, no, no, no van a subir jamás
Envidiándome, criticándome, odiándome
No van a subir
Chamboneia
Chamboneiam suas armas pra me matar
E me aniquilar (ieh)
E ao me ter de frente
Não são tão homens pra atirar em mim (oh, não)
Eu vi infravermelho
Sobre meu corpo posicionado (ieh)
E pra me disparar
Não sei por que tremem suas mãos
Caminhando pelo caminho do egoísmo
Onde as pessoas se machucam até mesmo
Assim tô eu, lutando essa batalha sozinho
Rezando pro Senhor porque sei que aqui chove chumbo
Ignoro a forma como vocês me ofendem
Pensando que me criticando sou eu quem perde
Não entendem que se falam merda de mim
Essa não é a maneira de vocês subirem
Chamboneiam suas armas pra me matar
E me aniquilar (ieh)
E ao me ter de frente
Não são tão homens pra atirar em mim (oh, não)
Eu vi infravermelho
Sobre meu corpo posicionado (ieh)
E pra me disparar
Não sei por que tremem suas mãos
Nosso comportamento
É o que faz nosso gênero estar caindo
Perdem tempo na maldita treta
E nem têm uma boa música
E me envenena que há um grupo de ignorantes
Mas pra frente, agora vou deixar claro pra todos
Me fizeram ver há pouco, mamãe e papai
Que tô sozinho, no meio não há mais nada
Suas músicas não fazem sentido
Dizem que são positivos, mas buscam um motivo
Pra criticar meu flow, minha letra, o real
Que me faz verdadeiro
Te juro que me irrita que me chamem
Merenguero de rua, mambo de esquina
Sabendo que sou diferente dos mamberos
Tenho letra, melodia, música que soma
De talento, de improvisação, sou rico de berço
Meu momento chegou, te irrita que sou real
E minhas músicas perduram porque sou original
Não me comparem com nenhum rapper
Com nenhum mambero (ieh)
Eu sou só pro mundo inteiro
Omega, El Fuerte, de Santo Domingo
O que conquistou a Europa e os Estados Unidos
Inveja, me criticando, me odiando
Não vão subir
Inveja, me criticando, me odiando
Não vão subir
Inveja, me criticando, me odiando
Não, não, não, não vão subir jamais
Inveja, me criticando, me odiando
Não vão subir
Composição: Omega El Fuerte