Gasha Dokuro
kabaneto kabanega yori aite
garan no manakowa utsuku hora (rou)
yoru no shijimao saku
kazega gasharitonaryaa
kedan kakageta ude yami o furuwasu
todoro kuwa dogou
saraneba kuraumade
kawarato kawaraga kumi aite
miageru karadade kakuru tsuki (rou)
yoru no arenoo yuku
ashiga pitaritomaryaa
moroni waraketasune yabuo tagayasu
tadaro kuwa dogou
sasureba kuraumade
mou nigeraremai
matataku mani ebamareru
meo tojiru tokiga konjouno wakare
kokoni kuchihataru
saraneba kuraumade
kabaneto mazerumada
Caveira de Gasha
cabeça de cabana, mais do que um abrigo
a beleza do amanhecer se revela (rou)
na calma da noite floresce
o vento se transforma em gasharitonaryaa
os braços que carregam a escuridão tremem
não há como escapar
se não for assim, até o fundo da escuridão
mudando, mudando, se unindo
olhando para cima, o corpo esconde a lua (rou)
na noite, o arenoso avança
os pés se arrastam, pitaritomaryaa
na morada, o sorriso se quebra, a luz se apaga
não há como escapar
se não for assim, até o fundo da escuridão
já não há como fugir
brilhando, sou engolido
quando fecho os olhos, o momento é a separação da realidade
aqui, a boca se abre
se não for assim, até o fundo da escuridão
cabeça de cabana, misturada.