Tinta (part. Neida Angel)
Ah, yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah
Eh
Yeah yeah yeah yeah
Renglones escribiendo con la tinta en el club
Fluyendo la emoción, rhythm trae mi voz
Yo soy un ganador, siempre fui inferior
Pero soy superior manejando mi flow
Las habilidades no nos identifican (no)
Elecciones nuestras nos marcan la vida
Si no tenés voluntad, sobran las escusas
Si la tenés, de verdad, sobran los recursos
Con la stratocaster siempre, en la habitación
Mil palabras que las tiro en el microphone
Y el posthardcore trap, entre 2 cruces está
X entre x, y la black flag
Escucho voces que me gritan siempre (yeah)
Escucho voces que están mi mente (yeah)
Me motivan, me incentivan a que siga
Mientras viva, no me rinda
Y hay reglas que se hicieron para romperse
Eh, ah, ah, ah, ah
Para romperse, para romperse (yeah)
Me encuentro en mi cuarto escribiendo poesía
Buscándome a mí mismo en cada línea, cada día
Sangre, sudor y lágrima, es el alma de mi tinta
Por eso mi alma se filtra en mi cuaderno con ainco
Y en mi letra puedo ver como reflejan
Imágenes que están solamente en mi cabeza
A veces soy bipolar, pero, a éstas alturas ¿quién no?
¿Quién en su vida no ha tenido una disputa entre cerebro y corazón?
Y me disculpo, pues, de nuevo el corazón fue vencedor
Tengo miedo, pues, no quiero rapear lo típico
Aburrir a mis oyentes, no llegar a más oídos
Quiero romper la barrera de lo que está establecido
Quiero comerme el mundo, aunque no esté permitido
Al son del rap, del bombo clap, se agudizan mis sentidos
Cual felino en la oscuridad, es que eres tú, rap, mi libertad
Mi libertad
Renglones escribiendo con la tinta en el club
Fluyendo la emoción, rhythm trae mi voz
Renglones escribiendo con la tinta en el club
Fluyendo la emoción, rhythm trae mi voz
Yo soy un ganador, siempre fui inferior
Pero soy superior manejando mi flow
Gaby, ookami love
Posthardcore trap, emo club, yeah
Tinta (part. Neida Angel)
Ah, é, é, é, é, é
É, é, é
Eh
É é é é
Linhas escrevendo com a tinta no clube
Fluindo a emoção, o ritmo traz minha voz
Eu sou um vencedor, sempre fui inferior
Mas sou superior mandando meu flow
As habilidades não nos definem (não)
Nossas escolhas marcam a vida
Se você não tem vontade, sobram as desculpas
Se você tem, de verdade, sobram os recursos
Com a stratocaster sempre, no quarto
Mil palavras que eu solto no microfone
E o posthardcore trap, entre 2 cruzes está
X entre x, e a bandeira preta
Escuto vozes que gritam pra mim sempre (é)
Escuto vozes que estão na minha mente (é)
Me motivam, me incentivam a continuar
Enquanto eu viver, não vou desistir
E há regras que foram feitas pra serem quebradas
Eh, ah, ah, ah, ah
Pra serem quebradas, pra serem quebradas (é)
Me encontro no meu quarto escrevendo poesia
Buscando a mim mesmo em cada linha, todo dia
Sangue, suor e lágrima, é a alma da minha tinta
Por isso minha alma se filtra no meu caderno com afinco
E na minha letra posso ver como refletem
Imagens que estão somente na minha cabeça
Às vezes sou bipolar, mas, a essa altura, quem não é?
Quem na vida não teve uma disputa entre cérebro e coração?
E me desculpo, pois, de novo o coração foi o vencedor
Tenho medo, pois, não quero rimar o típico
Aborrecer meus ouvintes, não chegar a mais ouvidos
Quero quebrar a barreira do que está estabelecido
Quero devorar o mundo, mesmo que não seja permitido
Ao som do rap, do bumbo clap, meus sentidos se aguçam
Como um felino na escuridão, é você, rap, minha liberdade
Minha liberdade
Linhas escrevendo com a tinta no clube
Fluindo a emoção, o ritmo traz minha voz
Linhas escrevendo com a tinta no clube
Fluindo a emoção, o ritmo traz minha voz
Eu sou um vencedor, sempre fui inferior
Mas sou superior mandando meu flow
Gaby, ookami love
Posthardcore trap, emo club, é