Serenity Painted Death
Returned from a hibernal dream
Voices fell like marble
No longer by my side
Gone, all that would linger
Ripped from my embrace
Melinda reflected in shafts
Red line round her neck
Met the earth in silence
White face, haggard grin
This serenity painted death
With a halo of bitter disease
Black paragon in lingering breath
Saw her fading, blank stare into me
Clenched fist from the beautiful pain
Darkness reared its head
Tearing within the reeling haze
Took control, claiming my flesh
Piercing rage, perfect tantrum
Each and every one would die at my hand
Choking in warm ponds of blood
At last, weak and torn I went down
Drained from strength, flickering breath
Came with the Moon
The wayward in conscious state
Flanked and barred in destiny's end
Underneath with hope in laches
Swathed in filth, any would betoken
Starlit shadows on the wall
Finally there to collect me
From the bowels of sin
Morte Pintada de Serenidade
Despertado de um sonho hibernal
Vozes caíram como mármore
Não mais em meu lado
Se fora, tudo que duraria
Arrancada de meus braços
Melinda refletida nas poças
A linha vermelha em seu pescoço
Encontrou a terra em silêncio
Rosto branco, sorriso abatido
Essa serenidade pintada de morte
Com uma auréola de doença amarga
Modelo negro em um suspiro arrastado
A vi desaparecer, com olhar pálido em mim
Punhos fechados pela linda dor
A escuridão levantou sua cabeça
Chorando na confusão que se enrolava
Tomou controle, exigindo minha carne
Raiva perfurante, a birra perfeita
Cada um morreria pelas minhas mãos
Afogando-os em poças quentes de sangue
Por fim, fraco e despedaçado, eu caí
Sem forças, arfante
Veio com a Lua
O rebelde em estado consciente
Flanqueado e barrado no fim de seu destino
Em baixo, com esperança omissa
Envolto em imundície, qualquer um indicaria
As sombras iluminadas pelas estrelas nas paredes
Finalmente lá para me recolher
Das entranhas do pecado