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Candeias Negras

Opus Inferii

Candeias Negras

A noite se anunciará
Detentora de mistérios
Desencarnados e seres imortais comungam em pecado
A névoa encobrindo a Lua
Torna tudo sem cores...
Como se fossem tudo cinzas de um derradeiro incêndio

Um holocausto cruento aos deuses da noite ofertamos
Candeias negras e escarlates iluminam o vaso
Onde a vida se renderá
Candeias Negras

Libera me, de morte aeterna, in die illa tremenda,
Quando caeli movendi, sunt et terra, dum veneria,
Judicare saeculum per ignem, tremens factum sum ego et timeo,
Dum discussio vererit, atque ventura ira,
Ad te, omnis caro veniet, Eleison, rew miseriae

Imperador de Sete Reinos
General de Sete Exércitos
Divindade temida
Deus renegado.

Candeias Negras

A noite vai se revelar
Cheia de mistérios
Desencarnados e seres imortais se encontram em pecado
A névoa encobrindo a Lua
Deixa tudo sem cor...
Como se fossem cinzas de um incêndio final

Um holocausto sangrento aos deuses da noite oferecemos
Candeias negras e escarlates iluminam o altar
Onde a vida se entregará
Candeias Negras

Libera-me, da morte eterna, naquele dia aterrador,
Quando os céus se moverem, e a terra, enquanto vier,
Julgará o mundo pelo fogo, tremendo eu me tornei e temo,
Quando a discussão vier, e a ira se aproximar,
A ti, toda carne virá, Eleison, reza pela miséria

Imperador de Sete Reinos
General de Sete Exércitos
Divindade temida
Deus renegado.