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Revelado

Opus Inferii

Unveiled

On black void,the night in agony on my nightmare whispers your name
I ,corrupted and decadent one in honor of my sins chant your glory
Through infinite oceans of darkened ages,thy unsolved mysteries remain
On your glorious throne, your left hand anoints your infinite dominions among us

Through the veiled past your name echoes on my disturbed mind
On early ages of humanity terrified, was the ancient symbol of mistery
At the horror of your work turn beauty your pain full steps on human hearts

Sovereign death,impiously subdues the weakness of human life
From your freezing breath, blows ruin upon us,shadows and dust
Flesh, await eternal life unknown that this world is ending
Ignorant that your self-created god is the sure of endless fall and ashes
The mistakes of your faith shall leave them to starve and condemned to wander
On abyssic umbral of blackest underworld across the endless centuries

On our last desperate breath
Harvesting our decrepit souls
On your lean and cold arms
Spell us on your realm forever
Of eternal shadows and nothingness
Through the unveiled fog of past

Revelado

No vazio negro, a noite em agonia sussurra seu nome no meu pesadelo
Eu, corrompido e decadente, em honra aos meus pecados, canto sua glória
Através de oceanos infinitos de eras sombrias, teus mistérios não resolvidos permanecem
Em teu trono glorioso, tua mão esquerda unge teus domínios infinitos entre nós

Através do passado velado, teu nome ecoa na minha mente perturbada
Nas primeiras eras da humanidade aterrorizada, era o antigo símbolo do mistério
Na horrorosa obra tua, a beleza transforma a dor em passos plenos nos corações humanos

Morte soberana, impiedosamente subjuga a fraqueza da vida humana
Do teu sopro gélido, sopra ruína sobre nós, sombras e poeira
Carne, aguarda a vida eterna desconhecida que este mundo está acabando
Ignorante de que teu deus auto-criado é a certeza da queda sem fim e das cinzas
Os erros da tua fé os deixarão passar fome e condenados a vagar
No abismo umbral do mais negro submundo através dos séculos sem fim

No nosso último suspiro desesperado
Colhendo nossas almas decrépitas
Em teus braços magros e frios
Enfeitiça-nos em teu reino para sempre
De sombras eternas e do nada
Através da névoa revelada do passado