Internal Monologues
Internal monologues, constant remembrance
How would it play out had restraint withheld me
Internal monologues constantly playing
Sleepless nights have begun to claim my judgment
A setting sun, the thousandth prayer for dissilusion
Led me wayward from my conscience
Unknowing what is to come
Except for cryptic signs upon my awakening
Internal monologues
Judge me not for what I have done
But for what I know
Internal monologues, constant remembrance
How would it play out had restraint withheld me
Internal monologues constantly playing
Sleepless nights have begun to claim my judgment
Panic state
Frantically washing what once was life from my hands
Afraid to raise my eyes to the mirror
To my own judgment
Internal monologues
Judge me not for what I have done
But for what I know
Monólogos internos
Monólogos internos, constante lembrança
Como seria jogar fora havia restrição me retido
Monólogos internos jogando constantemente
Noites sem dormir começaram a reivindicar o meu juízo
A-do-sol, a oração milésimo para dissilusion
Me levou rebelde da minha consciência
Desconhecendo o que está por vir
Exceto para os sinais enigmáticos sobre o meu despertar
Monólogos internos
Julga-me não pelo que eu fiz
Mas para o que eu sei
Monólogos internos, constante lembrança
Como seria jogar fora havia restrição me retido
Monólogos internos jogando constantemente
Noites sem dormir começaram a reivindicar o meu juízo
Estado de pânico
Freneticamente lavar o que uma vez era a vida das minhas mãos
Com medo de levantar os olhos para o espelho
Para meu próprio julgamento
Monólogos internos
Julga-me não pelo que eu fiz
Mas para o que eu sei