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Das Sombras Surgido

ORPHALIS

From Shadows Arisen

From shadows arisen
An ancient evil
Beyond the stars
Beyond the ocean's veil
An elemental foe
A blight to all
Apocalyptic nightmare
Answering to none

Listen to me, I speak
Defy the voice of reason
You want what I will bring

At last
All you want from here on out
Listen to me, I speak
There is no one to reason
Fool's gold's what I have brought
At last
Mind at rest from here on out

Visions, downfall, all corrupted
Vicious slaughter of the soul and of the
Pious liars
You have accepted guilt
The pain of retreat hard to swallow
We all bear witness to
The death of innocence
Take it upon yourself

Be the first to cast your stones
Your words ring true violence
Yet I have grown deaf
There's comfort in silence
Ignorance in bliss
The blind prophet with mouth open wide

A voice overpowering
Resistance is futile
Truer words yet to be verbalized
And every deed so sane
To doubt the immaculate
A death sentence
To think else would be insane
Defy reality

Rising above your own perception
Constructing it all to your liking now
Shaping the world according to words
What's being spoken will become real

Stuck in this system
Preaching all the lies ingrained
Beliefs made manifest
And idiots made to believe
Take in all of my words
Live by everything I say
You are all my scapegoats
Rejoice, strung up on the cross

Your words ring true violence
Yet I have grown deaf
There's comfort in silence
Ignorance in bliss

Listen to me, I speak
Defy the voice of reason
You want what I will bring

At last
All you want from here on out
Listen to me, I speak
There is no one to reason
Fool's gold's what I have brought
At last
Mind at rest from here on out

Das Sombras Surgido

Das sombras surgido
Um mal antigo
Além das estrelas
Além do véu do oceano
Um inimigo elemental
Uma praga para todos
Pesadelo apocalíptico
Sem dar satisfações a ninguém

Ouça-me, eu falo
Desafie a voz da razão
Você quer o que eu trarei

Finalmente
Tudo o que você quer daqui para frente
Ouça-me, eu falo
Não há ninguém para raciocinar
O que eu trouxe é ouro de tolo
Finalmente
Mente em paz daqui para frente

Visões, queda, tudo corrompido
Sangue derramado da alma e dos
Mentirosos piedosos
Você aceitou a culpa
A dor da retirada difícil de engolir
Todos nós testemunhamos
A morte da inocência
Assuma isso para si mesmo

Seja o primeiro a lançar suas pedras
Suas palavras ecoam violência verdadeira
Mas eu fiquei surdo
Há conforto no silêncio
Ignorância na felicidade
O profeta cego com a boca aberta

Uma voz avassaladora
A resistência é inútil
Palavras mais verdadeiras ainda a serem verbalizadas
E cada ação tão sã
Duvidar do imaculado
Uma sentença de morte
Pensar diferente seria insano
Desafie a realidade

Eleve-se acima de sua própria percepção
Construindo tudo ao seu gosto agora
Moldando o mundo de acordo com as palavras
O que está sendo falado se tornará real

Preso nesse sistema
Pregando todas as mentiras enraizadas
Crenças manifestadas
E idiotas feitos para acreditar
Aceite todas as minhas palavras
Viva por tudo o que eu digo
Vocês são todos meus bodes expiatórios
Alegrem-se, pendurados na cruz

Suas palavras ecoam violência verdadeira
Mas eu fiquei surdo
Há conforto no silêncio
Ignorância na felicidade

Ouça-me, eu falo
Desafie a voz da razão
Você quer o que eu trarei

Finalmente
Tudo o que você quer daqui para frente
Ouça-me, eu falo
Não há ninguém para raciocinar
O que eu trouxe é ouro de tolo
Finalmente
Mente em paz daqui para frente

Composição: