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A Futilidade da Existência

ORPHALIS

The Futility Of Existence

The mutations, still fatal
My third eye is bleeding profusely
The future, a grim construct
My fingertips piqued by its sludge
A bleak vision, the end
No cliche, longing for distance
So vicious, devouring
Nihilistic spawn of lifeless dreams

Blackness engulfs this soon void earth
Limitations of this celestial body
Torn into halves, my mind fragmented
Damned limitations of this terrestrial body

Neither cross, nor amassed knowledge
Saved, foretold, prepared
Philosophy, morality, all void
A blot of ink soon erased
All flawed, the end will soon transpire

Eyes shut, yet wide awake
A miasma of things to come

Nameless, shameless, an entity so endless
Voracious and amorphous
All will become
Destroyer of worlds, we haven't been the first
An endless hunger plagues
Our blackened sky

The bane of existence
Shattering its futility
Forever without face and shape
Thou shalt not make unto thee any graven image
For He is not jealous, yet impossible

I plead guilty of humanity
And look forward to my sentence
Extinguished, all stars
The sight induces void in us
A bleak vision, the end
No cliche, longing for distance
So vicious, devouring
Nihilistic spawn of lifeless dreams

Towering, above it all
Certainty, all ceases
Shapeless, in all its glory
Misery, all ceases

Eyes shut, yet wide awake
A miasma of things to come

A Futilidade da Existência

As mutações, ainda fatais
Meu terceiro olho está sangrando profusamente
O futuro, uma construção sombria
Minhas pontas dos dedos picadas por sua lama
Uma visão sombria, o fim
Sem clichê, ansiando por distância
Tão cruel, devorando
Prole niilista de sonhos sem vida

A escuridão engole esta terra em breve vazia
Limitações deste corpo celestial
Dividido em metades, minha mente fragmentada
Malditas limitações deste corpo terrestre

Nem cruz, nem conhecimento acumulado
Salvo, previsto, preparado
Filosofia, moralidade, tudo vazio
Uma mancha de tinta logo apagada
Todos falhos, o fim logo acontecerá

Olhos fechados, ainda bem acordados
Um miasma de coisas por vir

Sem nome, sem vergonha, uma entidade tão infinita
Voraz e amorfa
Todos se tornarão
Destruidor de mundos, não fomos os primeiros
Uma fome infinita assola
Nosso céu enegrecido

A desgraça da existência
Destruindo sua futilidade
Para sempre sem rosto e forma
Não farás para ti nenhuma imagem esculpida
Pois Ele não é ciumento, ainda assim impossível

Eu me declaro culpado da humanidade
E aguardo minha sentença
Extintas, todas as estrelas
A visão induz o vazio em nós
Uma visão sombria, o fim
Sem clichê, ansiando por distância
Tão cruel, devorando
Prole niilista de sonhos sem vida

Imponente, acima de tudo
Certeza, tudo cessa
Sem forma, em toda a sua glória
Miséria, tudo cessa

Olhos fechados, ainda bem acordados
Um miasma de coisas por vir