On The Line
He wakes up worried,
Something's always wrong,
He can't remember,
He goes on and on,
On and on.
He gets confused,
Holds his head in his hands,
Willful and afraid,
But he's still a man,
Still a man.
He's alone,
Frail and thin
We listen, but fail him.
Out of time,
We're running out of time,
And old life on the line,
Old life on the line.
He lost most everyone
He ever loved
His mother, His Father,
His only Son,
His only son.
He holds onto things
Stamps and coins,
He holds onto no one
And hides his mail
Like a broken boy.
He believes in no one for too long.
He needs attention, so many demands,
So sentimental, a bitter man
A bitter man.
Na Linha
Ele acorda preocupado,
Sempre tem algo errado,
Não consegue lembrar,
Segue em frente, sem parar,
Sem parar.
Fica confuso,
Segura a cabeça com as mãos,
Teimoso e com medo,
Mas ainda é um homem,
Ainda é um homem.
Ele está sozinho,
Frágil e magro.
Nós ouvimos, mas falhamos com ele.
Fora de tempo,
Estamos sem tempo,
E a velha vida na linha,
Velha vida na linha.
Ele perdeu quase todo mundo
Que já amou.
Sua mãe, seu pai,
Seu único filho,
Seu único filho.
Ele se apega a coisas,
Selos e moedas,
Não se apega a ninguém
E esconde sua correspondência
Como um garoto quebrado.
Ele não acredita em ninguém por muito tempo.
Ele precisa de atenção, tantas exigências,
Tão sentimental, um homem amargo,
Um homem amargo.
Composição: Elaine Rubenstein / Fernando Ortega / John Schreiner