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Vergonha

Fernando Ortega

Shame

Though I am weak
Sometimes weary
In times of trial
I hide my face
In the balance
Judge me wholly
Please don't judge me
By my shame

In dark hours
Of confrontation
When words may fall
Too soon to unsay
Don't mistake them
For my true meaning
They are measures
Of my shame

I have tried to
Live life humbly
Not a coward
Not in vain
When my meekness
Overcomes me
Remember me
Not my shame
Not my shame

I am small
And self-conscious
Every mirror
Reflects the grain
Judge my essence
By my kinships
Remember me
Not my shame

I am weak
Sometimes weary
Sometimes small
I hide away
When my hours
Are all accounted
Please don't bind me
To my shame

I have tried to
Live life humbly
Not a coward
Not in vain
When my meekness
Overcomes me
Remember me
Not my shame
Not my shame
(repeat)

Vergonha

Embora eu seja fraco
Às vezes cansado
Em tempos de provação
Eu escondo meu rosto
Na balança
Me julgue por inteiro
Por favor, não me julgue
Pela minha vergonha

Em horas escuras
De confronto
Quando as palavras podem cair
Cedo demais para serem desditas
Não as confunda
Com meu verdadeiro significado
Elas são medidas
Da minha vergonha

Eu tentei
Viver a vida com humildade
Não um covarde
Não em vão
Quando minha mansidão
Me domina
Lembre-se de mim
Não da minha vergonha
Não da minha vergonha

Eu sou pequeno
E autoconsciente
Todo espelho
Reflete o grão
Julgue minha essência
Pelas minhas relações
Lembre-se de mim
Não da minha vergonha

Eu sou fraco
Às vezes cansado
Às vezes pequeno
Eu me escondo
Quando minhas horas
Estão todas contadas
Por favor, não me prenda
À minha vergonha

Eu tentei
Viver a vida com humildade
Não um covarde
Não em vão
Quando minha mansidão
Me domina
Lembre-se de mim
Não da minha vergonha
Não da minha vergonha
(repetir)

Composição: John A Schreiner, Fernando Ortega