Lepra
Hemorragias nasales,
Cual mares de plasma ardiendo
Infecto ya tu cuerpo
Por la cutánea erupción
Degenerando aun más
Tu lapidario aspecto
La pudrición carnal
Se apodera de vos
Se abren boquetes pasadizos al infierno
En tus mejillas corroídas por la infección
El respirar forma parte de tu penar
Se vuelve tortura, el dolor es fatal
Extrañas secreciones de vertir no cesan
Caen sin destino restos de tus orejas
Lepra...
Perece el leproso tirado en su lecho
Su calvario morboso lo conduce al final
Se desmembrana la carne de tu cabeza
Desnudando tu cráneo
Lepra
Hemorragias nasais,
Como mares de plasma ardendo
Infecto já teu corpo
Pela erupção cutânea
Degenerando ainda mais
Teu aspecto lapidário
A podridão carnal
Se apodera de você
Se abrem buracos passagens pro inferno
Nas tuas bochechas corroídas pela infecção
O respirar faz parte do teu sofrimento
Se torna tortura, a dor é fatal
Estranhas secreções não cessam de escorrer
Caem sem destino restos das tuas orelhas
Lepra...
Morre o leproso jogado em seu leito
Seu calvário mórbido o conduz ao fim
A carne da tua cabeça se desmembrando
Desnudando teu crânio