The Labors Of The Blind Eagle
I see the eagle struggle
With serpent in it's talon
It battles it's way against the bird
Slowly it takes it's fatal hold
Scales of a greater mind
Slowly they take their toll
Just once more wouldn't hurt
Nobody would have to know
I see the scorpion cry
In silent streets of steel
Looked down upon by the mechanisan
An armor his venom could not pierce
why must he carry this burden
an expired venom
Just once more wouldn't hurt
Nobody would have to know
I see the spider's girth erupt
Hundreds of young bellow forth
A wave of black consumes the steel
A wave of black obstructs the gears
I see the tower of flies
Rising from great fissures in the earth
A wave of black consumes the skies
Never again will the eagle fly
Os Trabalhos da Águia Cega
Eu vejo a águia lutar
Com a serpente em seu garras
Ela batalha contra o pássaro
Devagar, ela faz seu aperto fatal
Escamas de uma mente maior
Devagar, elas cobram seu preço
Só mais uma vez não faria mal
Ninguém precisaria saber
Eu vejo o escorpião chorar
Nas ruas silenciosas de aço
Olhado de cima pelo mecanizado
Uma armadura que seu veneno não pode perfurar
Por que ele deve carregar esse fardo
Um veneno expirado
Só mais uma vez não faria mal
Ninguém precisaria saber
Eu vejo a grossura da aranha explodir
Centenas de jovens brotam
Uma onda de preto consome o aço
Uma onda de preto obstrui as engrenagens
Eu vejo a torre de moscas
Erguendo-se de grandes fendas na terra
Uma onda de preto consome os céus
Nunca mais a águia voará
Composição: Joe Aversario