Szabadság a vérünk
Zord az ég,
a Felvidék mégis ránk vár.
Új Nap kél,
újabb cél: a Kárpátok lábánál.
Nézd, amerre járunk, felragyog a Nap.
Most újra élünk határtalan álmokat.
REFR.:
Szabadság a vérünk, szó a léélegzetünk.
Dalokból a lelkünk, másképp nem élhetünk.
Otthonunk az álmok, a sors idõt adott.
Visszavágyunk mindent, mit múltunk elhagyott, eldobott.
Még tovább,
a Vajdaság szívébe zár.
Napra éj,
vár Erdély, az õsi kapuknál.
Liberdade em Nosso Sangue
Céu pesado,
a Terra Prometida ainda nos espera.
Um novo dia nasce,
mais um objetivo: aos pés dos Cárpatos.
Olha, por onde passamos, o Sol brilha.
Agora vivemos novamente sonhos sem limites.
REFR.:
Liberdade em nosso sangue, palavras na nossa respiração.
Nossas almas vêm das canções, não podemos viver de outra forma.
Nossa casa são os sonhos, o destino nos deu tempo.
Queremos de volta tudo que nosso passado deixou, descartou.
Mais adiante,
no coração da Voivodina, vamos nos trancar.
Dia e noite,
espera a Transilvânia, nas portas ancestrais.