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A Decadência Impregnada pelo Indivino

Othendara

The Decay Impregnate With The Undivine

In a lake so vast and cold
I could see white storms forever
Pale as sin, seems as stone when they swallow me

Pain is all eternity of no salvation
Gaze upon your corpse in a silver mirror
And we so ascribe of our moonlight decension

In each sacred word an image of death
Like cold hands molesting my soul
And yet thy decay impregnate with the undivine

As thy heart rots and dies
Ahh, grim revelations abstruct my vision

Nor to winter ravens i confess thy black spirits sin

Time engraving scars, i cannot shed my dead skin
And how many ages i have seen pass and fail
When i saw with in, no longer to stare through Afinities disguise
A mask of maddness buried in the flesh of purity

Watching in the darkness their voices harmonize a Soulless cry
Endless savage departure, i'am one...one with the Night
Wandering grey stone path to the ancient rituals

A Decadência Impregnada pelo Indivino

Em um lago tão vasto e frio
Eu podia ver tempestades brancas para sempre
Pálido como o pecado, parece pedra quando me engole

A dor é toda a eternidade sem salvação
Olho para seu corpo em um espelho prateado
E assim atribuímos nossa descensão à luz da lua

Em cada palavra sagrada uma imagem da morte
Como mãos frias molestando minha alma
E ainda assim tua decadência impregna o indesejado

Enquanto teu coração apodrece e morre
Ahh, revelações sombrias obscurecem minha visão

Nem aos corvos do inverno eu confesso o pecado de seus espíritos negros

O tempo grava cicatrizes, não consigo me livrar da pele morta
E quantas eras eu vi passar e falhar
Quando olhei para dentro, não mais para encarar através da disfarce das Afinidades
Uma máscara de loucura enterrada na carne da pureza

Observando na escuridão suas vozes harmonizarem um grito sem alma
Partida selvagem e sem fim, sou um... um com a Noite
Vagueando por um caminho de pedra cinza para os rituais antigos

Composição: