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Estranho Sentir Sua Falta

Ozcar Horna

Extraño Extrañar

Temo tanto no volverte a ver
Tanto como sí volverlo a hacer
He pensado en dejar de pensar
Apagar mi corazón

Temo tanto no volverte a ver
Tanto como sí volverlo a hacer
He pensado en dejar de pensar
Apagar mi corazón

Soy un erizo andante, una contradicción constante
Buscar la forma de que te acerques para alejarte
Y ahora que te tengo lejos no quiero pensarte
Te espero hoy a la hora de siempre en el parque

Que extraño extrañarte, extraño no extrañarte
Soy un extraño ante la sensación de estas entrañas que laten
Como dos placas que se parten
Y forman terremotos en mi materia pensante

No quería volver a hablarte
Pero la mueca de tu cintura tenía cosas por contarme
No quería volver a hablarte
Pero el rojo de tu pelo podía en llamas abrazarme

Y ahora me encuentro, maldito y desahuciado
Jugando a que te olvido y no te veo en todos lados
Quedé hijo de los vicios, nieto del pecado
Pero hasta el que más peca necesita estar vendado
De tu amor

De tu amor
De tu amor
De tu amor

Perro chiclayano, flaco malportado
Hedonista puro con punzante voz
Las dejé a todas por seguir su aroma
Y ahora que se ha ido de mí se llevó
El sabor de los puchitos negros
El collar que en Cutervo le compré yo

(Debo arrancarla)

Pero ya tengo la mente llena
De su suavidad trigueña y de su voz

(Por eso yo)

Temo tanto no volverte a ver
Tanto como sí volverlo a hacer
He pensado en dejar de pensar
Apagar mi corazón

Temo tanto no volverte a ver
Tanto como sí volverlo a hacer
He pensado en dejar de pensar
Apagar mi corazón

Temo tanto no volverte a ver
Tanto como sí volverlo a hacer
He pensado en dejar de pensar
Apagar mi corazón

Estranho Sentir Sua Falta

Temo tanto não te ver de novo
Tanto quanto se eu voltasse a fazer
Pensei em parar de pensar
Apagar meu coração

Temo tanto não te ver de novo
Tanto quanto se eu voltasse a fazer
Pensei em parar de pensar
Apagar meu coração

Sou um ouriço ambulante, uma contradição constante
Buscando a forma de te aproximar pra te afastar
E agora que te tenho longe, não quero te pensar
Te espero hoje na hora de sempre no parque

Que estranho sentir sua falta, estranho não sentir sua falta
Sou um estranho diante da sensação dessas entranhas que batem
Como duas placas que se partem
E formam terremotos na minha mente pensante

Não queria voltar a falar com você
Mas a curva da sua cintura tinha coisas pra me contar
Não queria voltar a falar com você
Mas o vermelho do seu cabelo podia em chamas me abraçar

E agora me encontro, maldito e desamparado
Brincando de te esquecer e não te vejo em todo lugar
Fiquei filho dos vícios, neto do pecado
Mas até quem mais peca precisa estar vendado
Do seu amor

Do seu amor
Do seu amor
Do seu amor

Cachorro chiclayano, magro malcomportado
Hedonista puro com voz cortante
Deixei todas pra seguir seu aroma
E agora que se foi de mim, levou
O sabor dos cigarros negros
O colar que em Cutervo eu comprei pra você

(Preciso arrancá-la)

Mas já tenho a mente cheia
Da sua suavidade morena e da sua voz

(Por isso eu)

Temo tanto não te ver de novo
Tanto quanto se eu voltasse a fazer
Pensei em parar de pensar
Apagar meu coração

Temo tanto não te ver de novo
Tanto quanto se eu voltasse a fazer
Pensei em parar de pensar
Apagar meu coração

Temo tanto não te ver de novo
Tanto quanto se eu voltasse a fazer
Pensei em parar de pensar
Apagar meu coração

Composição: Ozcar Horna