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KM0 (versão piano e voz)

Pablo Alborán

KM0 (versión piano y voz)

De nuevo me enfrento a ti, querida página en blanco
Escribo con mis colmillos alegrías y llantos
Querida amiga, no me falles, inúndate de palabras
Quédate inmóvil en la mesa hasta que mis alas se abran

Llevo tanto tiempo calculando este momento
Mis heridas se han curado mal con tanto movimiento

Mi casa vacía y el corazón lleno
De historias que casi me arrancan el pecho
Kilómetro cero, primera casilla
Cara a cara conmigo, sentado en la silla

No nos ha ido mal
Porque no esperaba tanto
Jugué con los ojos cerrados con Dios y con el Diablo
Preguntándole al espejo quién era Pablo
Y no nos ha ido mal
Aunque costó despedirse
Canté en lugares lejanos, nunca me sentí un extraño
Nada de eso ha sido en vano
Ahora casi nada me hace daño

De nuevo me enfrento a ti, futuro sin apellido
Aprieto fuerte los dientes, jamás me di por vencido
Cuando el mundo se calle, mis labios querrán buscarte
Porque el pasado se fue y nos reclama el presente

Llevo tanto tiempo calculando este momento
Mis heridas se han curado mal con tanto movimiento

Mi casa vacía y el corazón lleno
De historias que casi me arrancan el pecho
Kilómetro cero, primera casilla
Cara a cara conmigo, senta'íto en la silla

Y no nos ha ido mal
Porque no esperaba tanto
Jugué con los ojos cerrados con Dios y con el Diablo
Preguntándole al espejo quién era Pablo
Y no nos ha ido mal
Aunque costó despedirse
Canté en lugares lejanos, nunca me sentí un extraño
Nada de eso ha sido en vano
Ahora casi nada me hace daño

Llevo tanto tiempo calculando este momento
Mis heridas se han curado mal con tanto movimiento

Mi casa vacía y el corazón lleno
De historias que casi me arrancan el pecho
Kilómetro cero, primera casilla
Cara a cara conmigo, senta'íto en la silla

Y no nos ha ido mal
Porque no esperaba tanto
Jugué con los ojos cerrados con Dios y con el Diablo
Preguntándole al espejo quién era Pablo
Y no nos ha ido mal
Aunque costó despedirse
Canté en lugares lejanos, nunca me sentí un extraño
Nada de eso ha sido en vano
Ahora casi nada me hace daño

KM0 (versão piano e voz)

De novo me enfrento a você, querida página em branco
Escrevo com meus dentes alegrias e choros
Querida amiga, não me falhe, encha-se de palavras
Fique parada na mesa até que minhas asas se abram

Faz tanto tempo que estou calculando esse momento
Minhas feridas se curaram mal com tanto movimento

Minha casa vazia e o coração cheio
De histórias que quase me arrancam o peito
Kilômetro zero, primeira casinha
Cara a cara comigo, sentado na cadeira

E não nos foi tão mal
Porque não esperava tanto
Brinquei com os olhos fechados com Deus e com o Diabo
Perguntando ao espelho quem era Pablo
E não nos foi tão mal
Embora tenha custado a despedida
Cantei em lugares distantes, nunca me senti um estranho
Nada disso foi em vão
Agora quase nada me faz mal

De novo me enfrento a você, futuro sem sobrenome
Mordo forte os dentes, nunca me dei por vencido
Quando o mundo se calar, meus lábios vão querer te buscar
Porque o passado se foi e o presente nos cobra

Faz tanto tempo que estou calculando esse momento
Minhas feridas se curaram mal com tanto movimento

Minha casa vazia e o coração cheio
De histórias que quase me arrancam o peito
Kilômetro zero, primeira casinha
Cara a cara comigo, sentado na cadeira

E não nos foi tão mal
Porque não esperava tanto
Brinquei com os olhos fechados com Deus e com o Diabo
Perguntando ao espelho quem era Pablo
E não nos foi tão mal
Embora tenha custado a despedida
Cantei em lugares distantes, nunca me senti um estranho
Nada disso foi em vão
Agora quase nada me faz mal

Faz tanto tempo que estou calculando esse momento
Minhas feridas se curaram mal com tanto movimento

Minha casa vazia e o coração cheio
De histórias que quase me arrancam o peito
Kilômetro zero, primeira casinha
Cara a cara comigo, sentado na cadeira

E não nos foi tão mal
Porque não esperava tanto
Brinquei com os olhos fechados com Deus e com o Diabo
Perguntando ao espelho quem era Pablo
E não nos foi tão mal
Embora tenha custado a despedida
Cantei em lugares distantes, nunca me senti um estranho
Nada disso foi em vão
Agora quase nada me faz mal

Composição: