PRUEBAME
Solo
Solo
Solo pruébame, inhálame
Dopar hasta que las pupilas se dilaten
Domar tu Amazonia en estado salvaje, Mujer
Yo nací hombre para esto
Lo nuestro
Pruébame, inhálame
Dopar hasta que las pupilas se dilaten
Domar tu Amazonia en estado salvaje, Mujer
Yo nací hombre para esto
Lo nuestro
Modales no limitan como la mesa y la jarra
Instintos de la tana, apetito escurriendo baba
Bajo el mantel caricias
Sobre de él miradas
No sé por qué sigo vestido y tú tan delineada
Nómada del meridiano cervical
Ecuador de tu escote
Lo haré con clase de Cervantes
Juicio de Quijote
Si quieres tocar el cielo déjame armar un papalote
No importa el cómo si tú eres el por qué
Hoy siento que puedo superar todos mis miedos
Confiar, soñar en tus senos
Hasta que por sudor resbale
Desplazado en tu plexo
Dejando huellas y besos
Lamiendo almíbar cerezos
Causando manantial, dale
Inhálame, pero no exhales
Seré el vapor, salgo por tus poros
Como niebla en manglares
Lunas, haz que suban sus mareas circulares
Besa con gentileza mientras te coges mis males
Sabes lo bien que me sabes
Cuando poco a poco
El gusto es tacto, el tacto vista
Y los oídos sordos
Escalofríos ácidos me hacen quererte sobrio
No pierdas tiempo en preguntar algo que es obvio
Y solo
Pruébame, inhálame
Dopar hasta que las pupilas se dilaten
Domar tu Amazonia en estado salvaje, Mujer
Yo nací hombre para esto
Lo nuestro
Pruébame, inhálame
Dopar hasta que las pupilas se dilaten
Domar tu Amazonia en estado salvaje, Mujer
Yo nací hombre para esto
Lo nuestro
PROVA-ME
Só
Só
Só, prova-me, inala-me
Dopa até que as pupilas se dilatem
Domar sua Amazônia em estado selvagem, Mulher
Eu nasci homem pra isso
O nosso
Prova-me, inala-me
Dopa até que as pupilas se dilatem
Domar sua Amazônia em estado selvagem, Mulher
Eu nasci homem pra isso
O nosso
Modos não limitam como a mesa e a jarra
Instintos da tana, apetite escorrendo baba
Debaixo da toalha carícias
Sobre ele olhares
Não sei por que sigo vestido e você tão delineada
Nômade do meridiano cervical
Equador do seu decote
Farei com a classe de Cervantes
Juízo de Quixote
Se você quer tocar o céu, me deixe fazer um papagaio
Não importa o como se você é o porquê
Hoje sinto que posso superar todos os meus medos
Confiar, sonhar em seus seios
Até que pelo suor escorregue
Deslocado no seu plexo
Deixando marcas e beijos
Lambendo xarope de cereja
Causando manancial, vai
Inala-me, mas não exale
Serei o vapor, saio pelos seus poros
Como névoa em manguezais
Luas, faça subir suas marés circulares
Beije com gentileza enquanto você leva meus males
Sabe o bem que me sabe
Quando pouco a pouco
O gosto é tato, o tato é vista
E os ouvidos surdos
Calafrios ácidos me fazem querer você sóbrio
Não perca tempo perguntando algo que é óbvio
E só
Prova-me, inala-me
Dopa até que as pupilas se dilatem
Domar sua Amazônia em estado selvagem, Mulher
Eu nasci homem pra isso
O nosso
Prova-me, inala-me
Dopa até que as pupilas se dilatem
Domar sua Amazônia em estado selvagem, Mulher
Eu nasci homem pra isso
O nosso