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Sem enviar

PACIFIKO K

Sin Enviar

Es una noche más
Donde me comienza a tentar
La idea de mi phone tomar y llamarte tal vez
Tú quieras también contestar
Decir lo que fingías callar
Pero mami a quien voy a engañar si ayer lo pensé

Cordura olvidé lo que era eso
Si me tienes sediento de amor y hambriento de sexo
Es eso lo que me tienen huesos
Por olvidarme en el desierto de tus labios secos

Te escribo mensajes que nunca se mandan
El ego y la falta en mis noches sin Luna tus ojos de gata
Yellato y sin bragas
Sudor condensado goteando del techo
Girada a la cama

Rompimos paredes movimos cimientos y faltaba la sala
Las paredes conservan los ecos
Intente fracase en muchos intentos
Soy capaz de escribirte un poema pero no un mensaje de texto
Mi mente tan necia aferrada al recuerdo

Ellas son polvos por eso no duermo
Esto duele querida que tú sea la herida de algo mal hecho
Dime qué esperábamos si tropezábamos juntos al caminar
Tú jalas yo empujo bailando sin clases en un piso de cristal
Te cuelgas del arco mi mano en la cuerda me intriga qué va a pasar
Seremos lo malo seremos lo bueno la flecha nos va a contar

Es una noche más
Donde me comienza a tentar
La idea de mi phone tomar y llamarte tal vez
Tú quieras también contestar
Decir lo que fingías callar
Pero mami a quien voy a engañar si ayer lo pensé

Sem enviar

É apenas mais uma noite
Onde começo a ser tentado
A ideia de pegar meu telefone e te ligar talvez
Você também quer responder?
Diga aquilo sobre o que você fingiu manter silêncio
Mas mãe, quem eu quero enganar? Eu pensei nisso ontem

Sanidade, esqueci o que era isso
Se você me deixa com sede de amor e fome de sexo
É disso que estou farto
Por me esquecer no deserto dos teus lábios secos

Escrevo mensagens para você que nunca são enviadas
Ego e carência nas minhas noites sem lua, seus olhos de gato
Amarelo e sem calcinha
Suor condensado pingando do teto
Virou-se na cama

Derrubamos paredes, movemos alicerces, e o cômodo ainda estava desaparecido
As paredes conservam os ecos
Tentei e falhei muitas vezes
Posso escrever um poema para você, mas não uma mensagem de texto
Minha mente tola agarrando-se à memória

São pó, por isso não consigo dormir
Dói, minha querida, que você seja a ferida de algo errado que lhe foi feito
Diga-me o que esperávamos se tropeçássemos juntos enquanto caminhávamos
Você puxa, eu empurro, dançando sem aulas em um piso de vidro
Você está pendurado no arco, minha mão na corda, estou intrigado com o que vai acontecer
Seremos os maus, seremos os bons, a flecha nos dirá

É apenas mais uma noite
Onde começo a ser tentado
A ideia de pegar meu telefone e te ligar talvez
Você também quer responder?
Diga aquilo sobre o que você fingiu manter silêncio
Mas mãe, quem eu quero enganar? Eu pensei nisso ontem