Perdition
Ashes on barren soil
Residue of annihilation
Consciousness reduced to null
A subject to deprivation
A narrow pathway
To forming the cornerstone
Led by will of materialization
Through carnal destruction
Ashes fill lacerations
Foundation for reformation
Order rises anew
And breathes once more
Embers reanimated
Holding the power of life
The core awakens
The essence of creation
Waves clash on lifeless shores
Endless fields of sorrow
Roots roam across cracks
Blood flowing in their veins
Spores of corruption preserved in grit
Obscured, forgotten reminder of seasons past
Futile suffocation of renewal
The waking hand, outlasting the gift bestowed upon it
Web of amanítis spreading into vascular roots
Twisted symbiosis giving birth to deformation
No supply of blood, the ground turns putrid black
Cracks torn agape in a violent burst
This illness, rooted deep within
Incurable syndrome of the species
Reconstruction all for naught
Inescapable path towards demise
Let rivers dry
Soil bleed its last
Flames die
Winds howl of pain
perdição
Cinzas em solo estéril
Resíduo de aniquilação
Consciência reduzida a nula
Um sujeito a privação
Um caminho estreito
Para formar a pedra angular
Liderado pela vontade de materialização
Através da destruição carnal
Cinzas preenchem lacerações
Fundação para reforma
Ordem sobe de novo
E respira mais uma vez
Brasas reanimadas
Segurando o poder da vida
O núcleo desperta
A essência da criação
Ondas se chocam em costas sem vida
Infinitos campos de tristeza
Raízes percorrem rachaduras
Sangue fluindo em suas veias
Esporos de corrupção preservados no grão
Lembrete esquecido e obscuro das temporadas passadas
Sufocação inútil de renovação
A mão acordada, superando o presente dado a ele
Teia de amanítis espalhando-se nas raízes vasculares
Simbiose torcida dando origem a deformação
Nenhum suprimento de sangue, o solo fica preto pútrido
Rachaduras rasgadas em uma explosão violenta
Esta doença, enraizada no fundo
Síndrome incurável da espécie
Reconstrução tudo por nada
Caminho inevitável para o desaparecimento
Deixe os rios secarem
O solo sangra seu último
Chamas morrem
Ventos uivam de dor