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Naiá Das Águas

Pagan Throne

Naiá Das Águas

Noite após noite a espera do luar
A Lua rejeitou o sentimento indígena
Em leito profundo Naiá
Em lamento e agonia
O desprezo não a fez alcançar
Onde as mais belas residem em escuridão
Em rios escuros Naiá
Em lamento e agonia

Negros olhos
Sangram em desprezo
Negros sentimentos
Adornam as profundezas

Negros Cabelos
Despedaçam em desprezo
Negros sentimentos
Inundam o anoitecer

Noite após noite a espera do luar
A Lua rejeitou o sentimento indígena
Em leito profundo Naiá
Em lamento e agonia
O desprezo não a fez alcançar
Onde as mais belas residem em escuridão
Em rios escuros Naiá
Em lamento e agonia

Negros olhos
Sangram em desprezo
Negros sentimentos
Adornam as profundezas

Negros Cabelos
Despedaçam em desprezo
Negros sentimentos
Inundam o anoitecer

Naiá Das Águas

Noite após noite, à espera do luar
A Lua rejeitou o sentimento indígena
Em leito profundo, Naiá
Em lamento e agonia
O desprezo não a fez alcançar
Onde as mais belas residem na escuridão
Em rios escuros, Naiá
Em lamento e agonia

Olhos negros
Sangram em desprezo
Sentimentos negros
Adornam as profundezas

Cabelos negros
Despedaçam em desprezo
Sentimentos negros
Inundam o anoitecer

Noite após noite, à espera do luar
A Lua rejeitou o sentimento indígena
Em leito profundo, Naiá
Em lamento e agonia
O desprezo não a fez alcançar
Onde as mais belas residem na escuridão
Em rios escuros, Naiá
Em lamento e agonia

Olhos negros
Sangram em desprezo
Sentimentos negros
Adornam as profundezas

Cabelos negros
Despedaçam em desprezo
Sentimentos negros
Inundam o anoitecer

Composição: Rodrigo Garm / Pagan Throne