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Perambulando pelas Florestas da Euforia

Pain Is A Narcotic

Wondering Through The Woods Of Euphoria

I call upon the rushing voices,
Upon those who judge us daily.
To come forward into passive minds,
Attempt to try and save me.

They come at night, unknown to me.
To pray upon my misery.
They feast inside a lifeless form;
Ripped and raped and thrown and torn.

Away now from her hapless, pointless days.
She exists only now inside an ignorant haze.
Disconnected from the ether glow,
That unites the only world we know.

I want to go, i want to sow:
The seeds of lust upon a life,
Who's plight is filled with withheld strife.
To dance upon a rusted knife,
Naked and uncaring,
And be rid of demon staring.

Perambulando pelas Florestas da Euforia

Eu clamo pelas vozes apressadas,
Por aqueles que nos julgam todo dia.
Que venham à frente, em mentes passivas,
Tentando, de alguma forma, me salvar.

Eles vêm à noite, desconhecidos para mim.
Para se aproveitar da minha miséria.
Eles se banquetearão dentro de um corpo sem vida;
Despedaçado, estuprado, jogado e rasgado.

Longe agora de seus dias sem sentido e infelizes.
Ela existe apenas agora dentro de uma névoa ignorante.
Desconectada do brilho etéreo,
Que une o único mundo que conhecemos.

Eu quero ir, eu quero semear:
As sementes da luxúria em uma vida,
Cujo sofrimento é cheio de lutas contidas.
Dançar sobre uma faca enferrujada,
Nua e indiferente,
E me livrar do demônio que me observa.