House of decadence
When night falls, and silence
takes away everything else,
I am alone, in a world of sadness
I hear the desperate prayers
when the angels pass.
Welcome to the gray side
of the confused days
of a solitary one...
Welcome to the dark places,
where what's insane stays alive...
I've been inside dementia.
Watching the hard fall closely, of
what I believed most...
and lived.
The marks of the sufferer on every wall,
remembrances of each crying,
each lament, they never could die...
they're alive.
I was just a victim living
between two worlds.
They're alive... two worlds.
The wish of getting out
of the purgatory, an escape for
my protecting
sleep was broken, by
the poor madman living
behind the doors.
A box of souls in conflict,
all swirling around me,
scary decadence of mind.
Here it's so cold and silent,
the place where love got lost
on the road of interest...
gone...gone. Gone!
Goodbye to the gray side
of the confused days of a solitary one...
Goodbye to the dark places,
where what's insane stays alive...
I've been inside dementia.
Casa da Decadência
Quando a noite cai, e o silêncio
leva tudo embora,
estou sozinho, em um mundo de tristeza
ouço as orações desesperadas
quando os anjos passam.
Bem-vindo ao lado cinza
dos dias confusos
de um solitário...
Bem-vindo aos lugares sombrios,
de onde o que é insano permanece vivo...
Eu estive dentro da demência.
Observando de perto a dura queda,
do que eu mais acreditava...
e vivi.
As marcas do sofredor em cada parede,
lembranças de cada choro,
cada lamento, nunca puderam morrer...\nes estão vivos.
Eu era apenas uma vítima vivendo
entre dois mundos.
Eles estão vivos... dois mundos.
O desejo de sair
do purgatório, uma fuga para
meu sono protetor
foi quebrado, pelo
pobre louco vivendo
atrás das portas.
Uma caixa de almas em conflito,
todas girando ao meu redor,
uma decadência assustadora da mente.
Aqui é tão frio e silencioso,
o lugar onde o amor se perdeu
na estrada do interesse...
foi...foi. Foi!
Adeus ao lado cinza
dos dias confusos de um solitário...
Adeus aos lugares sombrios,
de onde o que é insano permanece vivo...
Eu estive dentro da demência.