Nuvens negras norteiam o firmamento
E a cruz brilha no topo da escuridão
Numa estrada estranha onde não pertenço
Mais longe ela fica, correr é em vão
Sem força para gritar
Com medo de rezar
Os passos são inatos
Os punhos cerrados
Os olhos não veem
Mas ainda posso sentir
Prendendo o terço na mão
Prendendo o terço na mão
Prendendo o terço na mão
E se os olhos desviam ao sul
Eles manejam poder e oferecem riquezas
Malditos rodeando como urubus
Observando a minha fraqueza e incerteza
Os olhos não veem
Mas ainda posso sentir
Prendendo o terço na mão
Prendendo o terço na mão
Prendendo o terço na mão
Oh, oh, oh
Desperta, tu que dormes
Levante-te dentre os mortos
E o Cristo te iluminará
Te iluminará