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Minha Velha

Pappo

Mi Vieja

Mi mama, todas las mañanas
Con el café me viene a despertar
Me trae el desayuno a la cama
No existe nadie como su mama
No existe nadie como mi mama

Mi vieja es una jubilada
Toda su vida laburo sin parar
Toda su vida
Toda su vida
Toda su vida laburo sin parar
Toda su vida laburo sin parar

Nadie se atreva, a tocar a mi vieja
Porque mi vieja, es lo más grande que hay

Mi vieja va a plaza con pancartas
Con las pancartas que yo mismo le arme
Ella protesta porque ya está harta
De que le afanen una y otra vez
De que le afanen una y otra vez

En una de las manifestaciones
Vino la cana y se la quiso llevar
Por reclamar lo que le corresponde
¡Se vuelve loco, nos quiere matar!
¡Me vuelvo loco, los quiero matar!

Minha Velha

Minha mãe todas as manhãs
com o café vem me acordar
me traz o café da manhã na cama
não existe ninguém como a sua mãe
não existe ninguém como minha mãe

Minha velha é aposentada
toda a vida trabalhou sem parar
toda a vida
toda a vida
toda a vida trabalhou sem parar
toda a vida trabalhou sem parar

Ninguém se atreva a tocar na minha velha
porque minha velha é a maior que existe

Minha velha vai à praça com cartazes
com os cartazes que eu mesmo fiz pra ela
e ela protesta porque já está cansada
de serem roubados uma e outra vez
de serem roubados uma e outra vez

Em uma das manifestações
veio a polícia e quis levar ela
por reclamar o que é dela
eles ficam loucos, querem nos matar!!
fico louco, quero matar eles!!

Ninguém se atreva a tocar na minha velha
porque minha velha é a maior que existe

Ninguém se atreva a tocar na minha velha
porque minha velha é a maior que existe.

Composição: Eduardo Emilio Frigerio / Federico Ivan Wyszogrod / Sebastián Borensztein