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Bem-vindo ao Teatro

Paradigma

Bienvenido al Teatro

Antes de comenzar mi plegaria
Hacia la enfermedad
Quisiera saber si están listos
Para no mentirle a su falsa moral
Por ejemplo, dime si prohíbe tu Dios
Tener sexo
Sientes claustrofobias (ininteligible)
Ser tu propio infierno

Bienvenido al teatro humano promiscuo
Aquí no se permiten otros paradigmas
Que encadenarse a la libertad

Mientras escuches la obra serás un actor suicida
Serás tú el protagonista
Aunque no estés en tarima
¡Despierta! Que la vida no es un carrusel
Un circo de lamento
No se puede detener
Sonrisas asfixiantes
Tristezas delirantes
En el vértigo del vicio del ayer

Tu conciencia es también fascista
Convertir (ininteligible)
Impartirías la tiranía
Si tu fuerza es ser dictador

Bienvenido al teatro de la moral
Y dime quién es bueno y quién es malo
¿Qué prefieres, negro o blanco?
Tus ideologías, sé que gozas lo prohibido
Pues para ser libre necesitas desobedecer

Bem-vindo ao Teatro

Antes de começar minha oração
Para a doença
Queria saber se estão prontos
Para não mentir pra sua falsa moral
Por exemplo, me diga se seu Deus proíbe
Ter sexo
Você sente claustrofobia (ininteligível)
Ser seu próprio inferno

Bem-vindo ao teatro humano promíscuo
Aqui não se permitem outros paradigmas
Que não sejam se acorrentar à liberdade

Enquanto ouvir a peça, você será um ator suicida
Você será o protagonista
Mesmo que não esteja no palco
Acorda! Que a vida não é um carrossel
Um circo de lamento
Não dá pra parar
Sorrisos sufocantes
Tristezas delirantes
No vertigem do vício do passado

Sua consciência também é fascista
Converter (ininteligível)
Você imporia a tirania
Se sua força é ser ditador

Bem-vindo ao teatro da moral
E me diga quem é bom e quem é mau
O que você prefere, preto ou branco?
Suas ideologias, sei que você curte o proibido
Pois pra ser livre você precisa desobedecer

Composição: Daniél Cortés