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Onde as Noites Ainda Dançam

Paragon Of Beauty

Where the Nights Still Dance

Once upon a time there was a queen without a royal smile
She used to watch the crimson stage when sun and sea
collided

One night the spirits entered the chamber
And winter's talons escaped from existence
Through wormholes we are yet our task is to be
We slip into pictures, spiritlands, astral trees

Cheerful she balanced on heavendressed shorelines
Her virtues reached out for the center unlogic

Moonrose ennobled by thorns
Horizon's eclipse will flow into dawn

I burn down ye stronghold
And I burn down ye kin
Kneel down to thy scythe
Praise my soulhorde of sin

Sorrowed breath we are
Midnight mood soulstar

Moonrose ennobled by thorns
Horizon's eclipse will flow into dawn

I burn down ye stronghold
And I burn down ye kin
Kneel down to thy scythe
Praise my soulhorde of sin

On melting flames we drift above your sombre aura
Our nights still dance where Lord Sun never falls

Disown me bright angel, I spit onto you
Ephemeral lights won't paint my sky blue

Oh princess come and yearn for me
I save your tragic smile
We rise together hand in hand
To starlit mountainsides

You flee, you flee, Lord Tragedy
Perfection, chaos, end
I procreate thy wicked seed
Our Satan hails thy damned

Moonrose ennobled by thorns
Horizon's eclipse will flow into dawn
I burn down ye stronghold
And I burn down ye kin
Kneel down to thy scythe
Praise my soulhorde of sin

We are gods...
Undying ornaments in an everlasting cycle...
Painting the frame for the nightfall orchestration,
As the sun yields her stage to the moonqueen

Onde as Noites Ainda Dançam

Era uma vez uma rainha sem sorriso real
Ela costumava observar o palco carmesim quando sol e mar
se encontravam

Certa noite, os espíritos entraram na câmara
E as garras do inverno escaparam da existência
Através de buracos de minhoca, ainda somos nossa tarefa
Deslizamos para imagens, terras espirituais, árvores astrais

Alegre, ela equilibrava-se nas costas vestidas de céu
Suas virtudes se estendiam para o centro ilógico

Rosa da lua nobrecida por espinhos
O eclipse do horizonte fluirá para a aurora

Eu queimo teu reduto
E eu queimo tua linhagem
Ajoelhe-se diante da tua foice
Louve meu exército de pecados

Sopro de tristeza somos
Humor da meia-noite, estrela da alma

Rosa da lua nobrecida por espinhos
O eclipse do horizonte fluirá para a aurora

Eu queimo teu reduto
E eu queimo tua linhagem
Ajoelhe-se diante da tua foice
Louve meu exército de pecados

Sobre chamas derretendo, flutuamos acima da tua aura sombria
Nossas noites ainda dançam onde o Senhor Sol nunca cai

Despreze-me, anjo brilhante, eu cuspo em você
Luzes efêmeras não pintarão meu céu de azul

Oh princesa, venha e anseie por mim
Eu salvo teu sorriso trágico
Nós nos levantamos juntos, de mãos dadas
Para os lados das montanhas iluminadas por estrelas

Você foge, você foge, Senhor Tragédia
Perfeição, caos, fim
Eu procrio a tua semente maligna
Nosso Satanás saúda o teu condenado

Rosa da lua nobrecida por espinhos
O eclipse do horizonte fluirá para a aurora
Eu queimo teu reduto
E eu queimo tua linhagem
Ajoelhe-se diante da tua foice
Louve meu exército de pecados

Nós somos deuses...
Ornamentos imortais em um ciclo eterno...
Pintando a moldura para a orquestração do crepúsculo,
Enquanto o sol cede seu palco à rainha da lua