Eclipse de Amor
Agujeros en la niebla de algodón, los faros
tu silueta dibujada a contraluz marchando
el sonido amortiguado del motor me corto
hecho freno como puedo al corazón, resisto
Sola, eclipse de amor
sola, exilio interior, con la miel en la boca.
Horas que se alargan hasta parecer semanas
Puertas que se abren, timbres, pero tu no llamas
es la misma noche con una espiral absurda
son las mismas dudas quien tu o yo tendra la culpa
Sola, eclipse de amor
sola, exilio interior, con la miel en la boca.
Por orgullo no me dejo convencer y callo
cuando pienso en ti me obligo a pensar en pasado
el olvido es una escuela de dolor
el precio que ahora pago por un tiempo de pasion viviendo
Sola, eclipse de amor
sola, retiro interior, con la hiel en los labios.
Y los pájaros que cambian de estación escriben
en el aire signos de interrogación
Volverás
Eclipse de Amor
Buracos na névoa de algodão, os faróis
sua silhueta desenhada contra a luz, marchando
o som abafado do motor me cortou
frenando como posso o coração, resisto
Sozinha, eclipse de amor
sozinha, exílio interior, com o mel na boca.
Horas que se estendem até parecer semanas
Portas que se abrem, campainhas, mas você não chama
é a mesma noite com uma espiral absurda
são as mesmas dúvidas, quem de nós terá a culpa
Sozinha, eclipse de amor
sozinha, exílio interior, com o mel na boca.
Por orgulho não me deixo convencer e fico quieta
quando penso em você, me forço a pensar no passado
o esquecimento é uma escola de dor
o preço que agora pago por um tempo de paixão vivendo
Sozinha, eclipse de amor
sozinha, retiro interior, com a bile nos lábios.
E os pássaros que mudam de estação escrevem
no ar sinais de interrogação
Você voltará
Composição: J.r. Florez