No Me Vencerán Jamás
Ruge el cañón, suena mi voz
Clavo un puñal y muere mi Dios
Quiero gritar y debo callar
Puedo escapar y quiero estar
No me vencerán jamás
Puedo seguir aunque no estés
Puedo morir y estar de pie
Quién me mintió, cuándo crecí
Tengo un bebé y no es de París
O me vencerán jamás
Y esas manos que me quieren ahogar
Gusanos agazapados
Y una luz que me enceguece y se va
Ya no tengo, ya no encuentro salida al mar
Voy a salir bajo control
Voy a mojarte con mi sudor
Irracional mi corazón
Quiere salir de esta prisión
No me vencerán jamás
Y esas manos que me quieren ahogar
Y una luz que me enceguece y se va
Ya no tengo, ya no encuentro salida al mar
Puedo pasar la noche buscando un aliado
Quiero cortarte de a poco la respiración
Somos tantos que buscamos salir
Y aún no estamos vencidos
Y esas manos que me quieren ahogar
Ya no entienden, no comprenden que
Ya no me vencerán, no me vencerán
No me vencerán jamás
Nunca Me Vencerão
Ruge o canhão, soa minha voz
Cravo um punhal e meu Deus morre
Quero gritar e devo calar
Posso escapar e quero ficar
Nunca me vencerão
Posso seguir mesmo sem você
Posso morrer e ainda estar de pé
Quem me mentiu, quando cresci?
Tenho um bebê e não é de Paris
Nunca me vencerão
E essas mãos que querem me afogar
Vermes escondidos
E uma luz que me cega e se vai
Já não tenho, já não encontro saída pro mar
Vou sair sob controle
Vou te molhar com meu suor
Irracional meu coração
Quer sair dessa prisão
Nunca me vencerão
E essas mãos que querem me afogar
E uma luz que me cega e se vai
Já não tenho, já não encontro saída pro mar
Posso passar a noite buscando um aliado
Quero cortar sua respiração aos poucos
Somos tantos que buscamos sair
E ainda não estamos vencidos
E essas mãos que querem me afogar
Já não entendem, não compreendem que
Nunca me vencerão, nunca me vencerão
Nunca me vencerão
Composição: Patricia Sosa