Przemoc
Uderzyæ mocno w twarz i wyrwaæ torebkê
pobiæ do nieprzytomnoœci by wezwano karetkê
zabraæ komuœ kasê i szybko siê zwin¹æ
wyzwaæ star¹ babê te pieprzon¹ repetê
czy jesteœ taki pod³y czy uderzy³byœ kobietê
dopaliæ gliniarza te jeban¹ kupê œcierwa
zabraæ mu broñ, strzelasz, czy oberwa³
wyjebaæ lepszy sprzêt to nie jest ¿aden problem
za sprzedane radia jeŸdzi³bym ju¿ oplem
ilu dokonasz jeszcze pod³oœci,
sk¹d ta nienawiœæ, te typowe rozdra¿nienie
dopadasz siê do dzieciaka i opró¿niasz mu kieszenie
jego lêk, p³acz, ca³kowite przera¿enie
k¹pletnie masz to w dupie, penetrujesz te kieszenie
ty razem bez bicia, bez pozbawienia ¿ycia
tak zarabiaj¹c trafisz kiedyœ do kicia
Przemoc kurwa przemoc to gówno jest w nas
w naszych cia³ach i umys³ach, uaktywnia siê co czas
Przemoc kurwa przemoc to gówno jest w nas
w naszych cia³ach i umys³ach, uaktywnia siê co czas
Co dziennie na ulicach widzê obrazy
przemoc, gwa³ty, zaciêty wyraz twarzy
narkotyki, samobójstwa, pobicia, wymuszenia
z dnia kurwa na dzieñ przepe³niaj¹ siê wiêzienia
z godziny na godzinê rodz¹ siê afery
politycy siê s¹dz¹, na ulicach znów giwery
ja nie chce tak umrzeæ, nie ma w tym mej winy
wiêc chroñcie przed nimi wasze rodziny
nienawiœæ i nêdza, stres, brak zrozumienia
prowadzi to wszystko w kierunku wyniszczenia
k³ótnie, rodziny i libacje do rana
coraz wiêcej przemocy mieœci siê w mieszkaniach
mam i ja takich znajomych co chlej¹ wóde
i pizgaj¹ swoje ¿ony, alkohol, narkotyki
potem ca³y miesi¹c szynki,
a dzieci wegetuj¹ prze¿ywaj¹c z g³odu mêki
Dzieciñstwo usnute g³odem i ³zami
jeden wilki kibel, nieszczêœcia chodz¹ parami
Przemoc kurwa przemoc to gówno jest w nas
w naszych cia³ach i umys³ach, uaktywnia siê co czas
Pieprzone zabójstwo pierdolona dzielnica
ta pieprzona rozrywka kurwa wszystkich tu zachwyca
pierdoloniête skurwiele z giwerami za pasem
wojuj¹ z ka¿dym kto oka¿e siê kutasem
zajebaæ w ³eb, wystrzeliæ kilka razy
to przecie¿ takie proste do tego nie trzeba urazy
zabiæ skurwiela bez ¿adnych odruchów cz³owieczeñstwa
tak to ty potrafisz, czynisz takie straszne kurestwa
nie musi byæ kurwa specjalnego powodu by
skurwiel ze swoim ¿yciem dokona³ rozwodu
Przemoc kurwa przemoc to gówno jest w nas
w naszych cia³ach i umys³ach, uaktywnia siê co czas
¯eby to ukoiæ, uœpiæ, roz³adowaæ
trzeba komuœ przyjebaæ, nó¿ w plecy wpakowaæ
najlepiej z boku byæ tego wszystkiego
bo jest to wielkie gówno, ¿e bóg
nie podarowa³ wszystkim równo.
telewizja jest brutalna, pokazujê nam jak ¿yæ
morderstwo za morderstwem, gwa³ty i rozboje
wychodzisz na ulice no i robisz jak te gnoje
co na filmie sensacyjnym wypruwaj¹ sobie flaki
naœladowców jest huja, nawet ma³e dzieciaki
przeklinaj¹, kradn¹ i rzucaj¹ kamieniami
potem s³yszysz wszêdzie, ¿e dzieci zabójcami
przemoc u nieletnich, Ÿle siê kurwa sprawy maj¹
zamiast do szko³y na juchte spierdalaj¹
zabawki ju¿ dawno zast¹pi³ alkohol do picia
tak pieprzona telewizja uczy kurwa dzieci ¿ycia
pokazuj¹ jak byæ z³ym, brutalnym i bezdusznym
zastanów siê skurwielu gdzie swe dziecko kurwa puszczasz
od ciebie zale¿y jak wychowasz skurwysyna
bo jeœli o to nie zadbasz bêdzie cierpia³a twoja rodzina
Je¿eli nasze s³owa przemyœla³eœ i stwierdzasz,
¿e s¹ g³upie, skurwia³y dupku oka¿esz siê pieprzonym durniem.
Przemoc kurwa przemoc to gówno jest w nas
w naszych cia³ach i umys³ach, uaktywnia siê co czas
Przemoc kurwa przemoc to gówno jest w nas
w naszych cia³ach i umys³ach, uaktywnia siê co czas
Przemoc kurwa przemoc to gówno jest w nas
w naszych cia³ach i umys³ach, uaktywnia siê co czas
Ju¿ dawno nie wsta³em tak wczeœnie, w³¹czy³em telewizor a tam pieprz¹ o przemocy, gwa³tach, pokazuj¹ te wszystkie miejsca, zacz¹³em siê zastanawiaæ chyba nie wiedz¹ albo maj¹ gdzieœ co wyrabia siê pod nosem.
Violência
Bater forte na cara e arrancar a bolsa
Deixar a pessoa desacordada pra chamar a ambulância
Roubar a grana de alguém e sair rapidinho
Xingar a velha, essa repetitiva e chata
Você é tão baixo, você bateria numa mulher?
Acabar com o policial, essa merda de escória
Tirar a arma dele, atirar ou levar um tiro
Descartar o melhor equipamento, isso não é problema
Por rádio vendido, eu já estaria de carro
Quantas mais armadilhas você vai fazer?
De onde vem esse ódio, essa irritação típica?
Você se aproxima de uma criança e esvazia os bolsos dela
O medo dela, o choro, o desespero total
Você tá nem aí, revira os bolsos dela
Dessa vez sem bater, sem tirar a vida
Assim ganhando dinheiro, um dia você vai pra cadeia
Violência, porra, violência é uma merda que tá em nós
Nos nossos corpos e mentes, se ativa de vez em quando
Violência, porra, violência é uma merda que tá em nós
Nos nossos corpos e mentes, se ativa de vez em quando
Todo dia nas ruas eu vejo cenas
Violência, estupros, expressões de raiva
Drogas, suicídios, agressões, extorsões
De dia pra noite, as prisões se enchem
De hora em hora, surgem escândalos
Políticos se processando, nas ruas de novo armas
Eu não quero morrer assim, não é culpa minha
Então protejam suas famílias deles
Ódio e miséria, estresse, falta de compreensão
Tudo isso leva à destruição
Brigas, famílias e bebedeiras até de manhã
Cada vez mais violência se acumula nos apartamentos
Eu também tenho amigos que bebem cachaça
E batem nas esposas, álcool, drogas
Depois passam o mês sem grana
E as crianças vegetam, passando fome e dor
Infância marcada pela fome e lágrimas
Um banheiro sujo, desgraças andam em pares
Violência, porra, violência é uma merda que tá em nós
Nos nossos corpos e mentes, se ativa de vez em quando
Assassinato de merda, bairro de merda
Essa diversão de merda encanta todo mundo aqui
Filhos da puta com armas na cintura
Brigam com quem se mostrar de forma errada
Dar um tiro na cabeça, disparar algumas vezes
É tão simples, não precisa de ressentimentos
Matar um filho da puta sem nenhum traço de humanidade
É isso que você faz, comete essas atrocidades
Não precisa de motivo pra
Um filho da puta se separar da vida
Violência, porra, violência é uma merda que tá em nós
Nos nossos corpos e mentes, se ativa de vez em quando
Pra acalmar isso, pra anestesiar, pra descarregar
Tem que dar uma porrada em alguém, enfiar uma faca nas costas
Melhor de lado, longe de tudo isso
Porque é uma grande merda, que Deus
Não deu a todos igualmente.
A televisão é brutal, mostra como viver
Um assassinato após o outro, estupros e roubos
Você sai pra rua e faz como esses vagabundos
Que em filme de ação se estraçalham
Tem muito imitador, até crianças pequenas
Xingam, roubam e jogam pedras
Depois você ouve por aí que crianças são assassinas
Violência entre menores, a situação tá feia
Em vez de ir pra escola, fogem pra beber
Brinquedos já foram substituídos por álcool
Essa merda de televisão ensina as crianças a viver
Mostra como ser mau, brutal e sem coração
Pense bem, seu filho, onde você tá deixando ele ir
Depende de você como você vai criar esse moleque
Porque se você não cuidar, sua família vai sofrer
Se você pensou sobre nossas palavras e concluiu
Que são idiotas, seu filho da puta, você vai se mostrar um completo idiota.
Violência, porra, violência é uma merda que tá em nós
Nos nossos corpos e mentes, se ativa de vez em quando
Violência, porra, violência é uma merda que tá em nós
Nos nossos corpos e mentes, se ativa de vez em quando
Violência, porra, violência é uma merda que tá em nós
Nos nossos corpos e mentes, se ativa de vez em quando
Já faz tempo que não acordo tão cedo, liguei a TV e lá estão falando de violência, estupros, mostrando todos esses lugares, comecei a pensar que talvez não saibam ou têm noção do que acontece debaixo do nariz.