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Morrendo

Peja

Œmieræ

Umierasz gnoju, twój pieprzony czas siê koñczy
za chwile twa rodzina w bólu siê po³¹czy
przed przeznaczeniem nie uciekniesz o nie, o nie!

Prêdzej czy póŸniej œmieræ i tak dopadnie ciê
co czujesz i prze¿ywasz gdy twa szansa przepada
ostatni oddech zabiera ci œmieræ gdy do domu twego wpada
strata brata to coœ wiêcej ni¿ jebane nieszczêœcie
kostucha wyci¹ga swe ³upy i œmieje siê w podziêce
¿ujemy otoczenie podzia³ami i wojnami
nawzajem sobie kurwa ¿ycie odbiera³a
umrzeæ w strzelaninie to nie jest ¿aden wstyd
teraz le¿ysz w grobie i l¹dujesz wszystkich bit?
garstka piachu, ³zy i kilka wieñców
wszystko to dla ciebie, to jest prezent od szaleñców
którzy niestety wygarnêli w twoj¹ stronê
zostawi³eœ swego syna i zrozpaczon¹ ¿onê

Umierasz gnoju, twój pieprzony czas siê koñczy
za chwile twa rodzina w bólu siê po³¹czy
przed przeznaczeniem nie uciekniesz o nie, o nie!

Ta kurewska wspó³zale¿noœæ oraz chêæ dominacji
ka¿dy z giwer¹ próbuje broniæ swoich racji
strzelasz raz, drugi, trzeci, czwarty
twój wróg pada na ryj, skoñczy³y siê ¿arty
³eb przestrzelony, brzuch rozdarty od kul
stoisz nad ofiar¹ i wyszydzasz gnój
bezczeœcisz zw³oki, te pieprzon¹ kupê gówna
jesteœ w tym dobry, nikt nie mo¿e ci dorównaæ
to nie jest jak domino czy pieprzona gra w koœci
trzeba wiedzieæ co i jak gdy zabija siê goœci
ten Bia³as co oberwa³ nie wyli¿e siê ju¿ z ran
huj mu w dupê niech mu ziemia lekk¹ bêdzie
wkrótce na cmentarzu wiêcej cia³ przybêdzie

Umierasz gnoju, twój pieprzony czas siê koñczy
za chwile twa rodzina w bólu siê po³¹czy
przed przeznaczeniem nie uciekniesz o nie, o nie!

Nic ci nie zrobi¹ gdy nie maj¹ dowodów
skurwiele umieraj¹ przecie¿ z ró¿nych powodów
poci¹gasz za spust mówi¹c ¿egnaj skurwielu
zapewne w ten sposób zginie jeszcze wielu frajerów
morderstwo bez powodów to nas wszystkich intryguje
wystarczy, ¿e ciê ktoœ potr¹ci albo zignoruje
wtedy pada wyrok, ju¿ nie ¿yjesz Bia³asie
koñczysz swoje ¿ycie na tym œwiecie ty kutasie
zdychasz powoli i nic ju¿ nie czujesz
przypominasz sobie ¿ycie i powoli ¿a³ujesz
za takie b³êdy p³aci siê wysok¹ cenê
trafi³eœ do piek³a a marzy³eœ o niebie

Jeœli ktoœ wkurwia twój styl ¿ycia, sposób bycia
To ten ktoœ z broni¹ w rêku chce pozbawiæ ciebie ¿ycia
To on jest tw¹ wyroczni¹, jebanym fatum
Gdy zmieni zdanie i nie strzeli to podziêkuj mu za to

Umierasz gnoju, twój pieprzony czas siê koñczy
za chwile twa rodzina w bólu siê po³¹czy
przed przeznaczeniem nie uciekniesz o nie, o nie!

Morrendo

Você tá morrendo, seu tempo de merda tá acabando
Daqui a pouco sua família vai se unir na dor
Diante do destino, você não vai escapar, não, não!

Mais cedo ou mais tarde, a morte vai te pegar
O que você sente e vive quando sua chance se vai
O último suspiro te é tirado quando a morte invade sua casa
Perder um irmão é algo mais do que uma merda de azar
A morte se aproxima e ri na sua cara
Estamos vivendo cercados por divisões e guerras
Um tirando a vida do outro, caralho
Morrer em um tiroteio não é vergonha nenhuma
Agora você tá deitado no túmulo, e todos os seus problemas?
Um punhado de areia, lágrimas e algumas coroas
Tudo isso pra você, é um presente dos malucos
Que, infelizmente, atiraram na sua direção
Você deixou seu filho e sua esposa desesperada

Você tá morrendo, seu tempo de merda tá acabando
Daqui a pouco sua família vai se unir na dor
Diante do destino, você não vai escapar, não, não!

Essa porra de dependência e desejo de dominação
Cada um com uma arma tenta defender suas razões
Você atira uma vez, duas, três, quatro
Seu inimigo cai, as piadas acabaram
Cabeça furada, barriga estourada por balas
Você tá em cima da vítima e zomba da merda
Você profana os corpos, essa porra de sujeira
Você é bom nisso, ninguém pode te igualar
Não é como dominó ou um jogo de dados
Tem que saber o que fazer quando se mata um convidado
Aquele cara que levou a pior não vai se curar das feridas
Que se dane, que a terra seja leve pra ele
Logo no cemitério, mais corpos vão chegar

Você tá morrendo, seu tempo de merda tá acabando
Daqui a pouco sua família vai se unir na dor
Diante do destino, você não vai escapar, não, não!

Ninguém pode fazer nada se não tem provas
Os filhos da puta morrem por vários motivos
Você puxa o gatilho dizendo adeus, seu filho da puta
Provavelmente, assim, muitos outros vão se ferrar
Um assassinato sem motivo intriga a todos nós
Basta que alguém te esbarre ou te ignore
Então vem a sentença, você não vive mais, cara
Você termina sua vida nesse mundo, seu viado
Você tá morrendo devagar e não sente mais nada
Lembra da vida e aos poucos se arrepende
Por esses erros se paga um preço alto
Você foi parar no inferno, enquanto sonhava com o céu

Se alguém tá enchendo o saco do seu jeito de viver, do seu estilo
É esse alguém com uma arma na mão que quer te tirar a vida
Ele é sua sentença, seu destino de merda
Se ele mudar de ideia e não atirar, agradeça a ele por isso

Você tá morrendo, seu tempo de merda tá acabando
Daqui a pouco sua família vai se unir na dor
Diante do destino, você não vai escapar, não, não!

Composição: